Do Leitor

Aldeia global, apagão e internet, não há oferta e resposta do DMLU

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Aldeia global, apagão e Internet,

Companhias aéreas, bancos, hospitais, empresas ferroviárias e do setor de telecomunicações foram afetados por um dos maiores apagões cibernéticos no planeta. A falha supostamente provocada pela atualização de um programa antivírus, chegou a atingir as operações virtuais do Jogos Olímpicos de Paris. No Brasil, quatro aplicativos de bancos apresentaram falhas. Lembram o filósofo canadense Marshall McLuhan, que tornou conhecida a expressão “o mundo é uma aldeia global” na década de 60? Foi um conceito polêmico para descrever um planeta em que todos estariam interligados em uma cultura unificada por meio da tecnologia. Meio século depois, esse tempo chegou com suas vantagens e apagões graças à Internet.
Renato B. de Sousa, Porto Alegre, via e-mail

Não há oferta

“MP abre novo crédito extraordinário de R$ 27,163 milhões para ações no RS.” Onde? No Pronampe? Indiquem um banco que está liberando para quem foi realmente atingido e nos primeiros 20 dias de enchente obviamente não conseguia nem saber o quanto havia perdido. E agora não há oferta.

Marcia Baerle, Porto Alegre

Resposta do DMLU

Em resposta à carta da leitora Suyan Pedroso, publicada na edição desta sexta-feira, 19, sobre o Bota-Espera do Porto Seco, a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos, por meio do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), informa que a remoção dos resíduos da área teve início na segunda-feira, 15, por meio da contratação feita pela Secretaria de Parcerias. A expectativa é concluir o serviço em cerca de 30 dias. O DMLU esclarece que não há risco de incêndio no local, visto que os materiais dispostos não estão misturados com resíduos orgânicos. A “fumaça” observada na verdade é a condensação da umidade do ar mais frio. Os entulhos recolhidos pela operação de limpeza pós-enchente, transportados para os espaços provisórios, os chamados de Bota-Espera, são resíduos inertes, classificação II, encaminhados para o aterro específico, localizado no município de Gravataí.
Carlos Alberto Hundertmarker, diretor-geral do DMLU, Porto Alegre