Alertas não faltaram
Não faltaram alertas antecipados da Defesa Civil e de institutos de meteorologia. No entanto, houve o caos. A força do vento e a grande quantidade de água em intervalos curtos provocaram estragos de todas as magnitudes. Até quando os agentes públicos e privados “tentarão justificar a escancarada ausência de ações preventivas? Até quando sentiremos, na prática, a fragilidade e ineficácia de iniciativas tomadas até aqui?” Coloquei entre aspas as palavras da colunista Taline Oppitz para demonstrar que concordo com tudo o que ela disse e as tomo para mim, como acredito que todos aqueles que leram a coluna “Até quando?” (CP, 3/4) também pensem o mesmo. Com elegância e precisão, a jornalista revela que há problemas que ainda não foram resolvidos e soluções não encontradas por inércia administrativa ou por leniência. Será que não aprendemos nada depois de quase um ano da maior enchente histórica no Rio Grande do Sul? Temos que nos readequar, caso contrário “a natureza seguirá nos mostrando o nosso tamanho”. Quem não leu a coluna, por favor, leia.
Andrea S. de Taranto, Porto Alegre, via e-mail
Obras que não terminam
Tenho lido as manifestações dos leitores do Correio do Povo sobre os problemas atuais de passeio e de trânsito de veículos do Centro Histórico e a dificuldade dos administradores para tentar explicar a pouca durabilidade das lajotas e seu afundamento, tornando constantes os reparos nas vias que formam o quadrilátero central. Lembrei reportagens sobre a revitalização da área há três anos, em 2022. Muitos leitores escreveram sobre as dificuldades inerentes a uma obra deste porte no Centro. Saudosistas, gostariam de novamente passear na antiga Rua da Praia.
Lisandra T. Machado, Porto Alegre, via e-mail