Do Leitor

Armas perdidas, brigas de dinossauros e humanidade

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Armas perdidas

Onde estão as 6.168 armas de fogo que não foram representadas no sistema oficial por seus donos? Fiquei estarrecido com a notícia, publicada no Correio do Povo do dia 22, dando falta deste número significativo de armas no país, as quais podem estar em outras mãos, no recadastramento de armas adquiridas por civis. Este cuidado foi exigido pelo novo governo federal no pacote de medidas para restringir a política armamentista do governo anterior. O Ministério da Justiça informa que não há o que ser feito quanto a essas armas sem paradeiro, enquanto a fiscalização não for transferida completamente para a Polícia Federal. A minha sensação é a de insegurança. E a de vocês?
Armando G. Souza, Porto Alegre, via e-mail

Brigas de dinossauros

Um estudo de paleontólogos da Universidade Federal de Santa Maria, publicado no periódico The Science of Nature, em 23 deste mês, revelou dados sobre os confrontos mais antigos entre predadores. Os pesquisadores examinaram fósseis de herrerassaurídeos, um grupo de predadores que viveu há 230 milhões de anos. Marcas de lesões ósseas cicatrizadas em crânios fossilizados de dinossauros escavados no sul do Brasil e na Argentina demonstraram como os primeiros dinossauros carnívoros de grande porte brigavam entre si, possivelmente por comida, território ou parceiros. O Rio Grande do Sul continua a ser um dos sítios mais importantes do país e possivelmente do mundo.
Marta Maria T. da Silveira, Porto Alegre, via e-mail

Humanidade

Belo texto de César Vergara de Almeida Martins Costa no Caderno de Sábado, do dia 22. Há escritos que nos fazem virar a página e não ler como existem outros que nos chamam a atenção e nos fazem refletir sobre o seu conteúdo, emoldurado por uma fotografia que nos joga nas situações dos anos de chumbo, entre 1968 e 1974. Lembro, com muita tristeza e apreensão, aqueles tempos obscuros. Porém, sei que, ao recordar, há também a esperança de que não irá mais ocorrer o que vimos. Ambos, fotografia e texto, nos fazem refletir sobre “A humanidade em Eunice Paiva”.
Ramiro A. Santos, Porto Alegre, via e-mail