Do Leitor

Avanços tecnológicos, a prática do cancelamento, país sem líderes e tornozeleira

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Avanços tecnológicos

Os aparelhos eletrônicos, como os celulares, vêm tendo um papel de muita importância na vida profissional das pessoas, no dia a dia, servindo como um auxílio na execução de tarefas ou mesmo como um passatempo. A dependência criada por esses aparelhos pode ser benéfica, a ponto de dar utilidade a uma ferramenta para o uso profissional, como também pode ser negativa se utilizada de maneira não produtiva, trazendo uma má informação. Dessa maneira, vemos que a tecnologia vai estar presente em nossas vidas até o nosso fim, mas devemos aprender a utilizá-la de forma produtiva.
Gustavo dos Santos Sais, São Lourenço do Sul, via e-mail

A prática do cancelamento

Atualmente, vem se discutindo muito sobre a cultura do cancelamento na Internet, fazendo com que uma parcela da sociedade, principalmente os influencers, músicos e pessoas famosas sejam cancelados após exporem suas opiniões. De acordo com os últimos acontecimentos, um exemplo de cancelamento que percorreu todas as redes sociais foi o de uma funkeira, que rebaixou professores, expondo em vídeo que eles recebiam baixos salários, enquanto ela, em apenas um show, receberia muito mais. O resultado foram diversos cancelamentos virtuais e de shows nas cidades para as quais estava contratada. Além disso, foi discutido também que a letra de suas músicas e apresentações estava apelando para a vulgaridade, passando dos limites e chegando aos adolescentes. De modo geral, hoje, estamos todos muito expostos ao compartilharmos opiniões e reações, correndo o risco de sermos cancelados. Nesses casos, é preciso evitar ao máximo se expor em demasia nas redes sociais, pois qualquer comentário que for controverso e ofensivo poderá gerar um “linchamento virtual”.
Milena Ludtke Maass, São Lourenço do Sul, via e-mail 

País sem líderes

A coluna do jornalista Guilherme Baumhardt deste final de semana foi brilhante pelo conteúdo e pelas entrelinhas. O atual presidente talvez não seja a liderança pretendida pelo colunista como foi exposto no final do texto. Mas garanto que o ex-mandatário também não representa essa liderança. Bons textos, como o do jornalista em questão, contam também com a inteligência de seus leitores. 
Marcelo Stifft, São Lourenço do Sul, via e-mail

Tornozeleira

Realmente, como disse a leitora Juliana Gelinger (CP, 12/6), as leis contra a violência doméstica têm que ter penalidades mais duras para evitar ou diminuir a ocorrência de feminicídios.
Roberto T. da Silveira, Porto Alegre, via e-mail