Do Leitor

Brasília, socorro!, trensurb, normalidade? e seleção brasileira

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Brasília, socorro!

Ninguém desconhece, na União, a concentração exacerbada dos tributos produzidos pelos sofridos contribuintes. Logo, não são surpreendentes as carências dos estados e, notadamente, dos municípios, onde tudo acontece, para realizações de obras, mesmo em ambiente de normalidade. Essa é a regra. Idas de prefeitos a Brasília, com um pires na mão, são frequentes. Na atualidade, incomparavelmente pior em decorrência da tragédia que nos maltratou. Ao momento, diante dessa situação, dois focos de atuação: reconstrução do Estado e recomposição imediata de recursos financeiros, da alçada exclusiva da esfera pública federal, já que carência manifesta pela redução de arrecadação, para que possam os municípios, ao menos, manter as máquinas administrativas operando em favor de seus munícipes. Daqui a pouco, em persistindo o quadro, a paralisação gerando desespero. Para esse desiderato, nenhuma providência a não ser a busca de recursos de quem detém o cofre e a chave. Prefeitos na ordem de 400, em organização da Famurs, deslocaram-se a Brasília, levando projetos e demandas específicas consideradas imprescindíveis ao governo federal. Isso agora, dias 2 e 3. Fizeram o que lhes cabia, antes que seja tarde. Haja acolhimento rápido, esperamos.
Jorge Lisbôa Goelzer, Erechim, via e-mail

Trensurb

Incrível que, passados 60 dias, a passagem de nível do metrô sob a ponte velha do Guaíba continua alagada e não se vê cobrança alguma. Se fosse uma empresa privada, certamente a cobrança seria maior.
Paulo Roberto Saute, Porto Alegre, via e-mail

Normalidade?

Os problemas com o excesso de água ainda causam transtornos a moradores de diferentes bairros de Porto Alegre como Guarujá, Belém Novo e a zona Norte (CP, 8/7). Nestes os habitantes têm de conviver com bueiros vertendo água e esgotos que extravasam. É angustiante essa nova normalidade. Será que isso nunca vai terminar?
Armando G. Souza, Porto Alegre, via e-mail

Seleção brasileira

A seleção de futebol do Brasil é um arremedo de time. Vejamos: jogador bate pênalti, erra e sai rindo. Outro forçou cartão amarelo para não enfrentar o Uruguai. O técnico deve ser do time campeão do brasileiro série A, do ano anterior. Temos 20 clubes na série A. Convoquem um atleta de cada. Não chamem mais os "estrangeiros", pois a impressão que deixam é de que pouco estão ligando para as cores verde-amarelas. Que saudades da seleção de 1970, com Pelé, Tostão, Rivelino, Gérson e outros.
Heraldo Quesada, Porto Alegre, via e-mail