Bullying e violência
O problema do bullying ou atualmente do cyberbullying, que ocorre em ambiente virtual, não é recente; ele existe bem antes da criação da palavra em inglês, que significa intimidação, e ocorre nas escolas, em grupos sociais e até entre as famílias. Estudos têm obtido avanços em ciências sociais, humanas ou saúde na busca de enfrentamentos e soluções para casos de violência física ou psicológica nos estabelecimentos de ensino. Para conscientizar pais, filhos e comunidade escolar, foi criado o Dia Nacional do Combate ao Bullying e à Violência nas Escolas em 7 de abril. Colégios como o Anchieta e o Senac-RS promovem a 2ª Semana de Prevenção ao Bullying, feira literária e a Semana de Combate ao Bullying. Assisti à série “Adolescência” e a recomendo. É um bom começo para entender o cyberbullying.
Valéria S. T. Guarnier, Porto Alegre, via e-mail
Racismo na escola
Estamos assistindo atônitos às relações de diversos grupos sociais no âmbito escolar. Minha enteada foi alvo de racismo na sala de aula e não podemos compactuar com tais atos. Ela foi chamada de “macaca” por alguns de seus pares. É urgente que façamos algo para não disseminar para outros locais, pois a situação está insustentável. Não se admite mais esse tipo de comportamento em pleno século XXI. Somos todos pertencentes às etnias que formam a raça humana e viemos ao mundo para viver em harmonia.
Carlos Alberto Garay Cardoso, Porto Alegre, via e-mail
Ação civil pública
Para beneficiar a população de bairros alagados por falhas no sistema de proteção de cheias, o Ministério Público do RS ajuizou ação civil pública de indenização de danos morais coletivos e danos materiais e morais individuais contra o município de Porto Alegre pela cheia histórica que afetou a Capital (CP, 4/4). A ação pede a suspensão da tramitação das ações de indenização de danos materiais e morais individuais e a intimação das partes para se manifestarem sobre o interesse no prosseguimento da ação individual. O objetivo é ampliar o acesso à Justiça das vítimas das enchentes e potencializar as chances de que uma única decisão atinja toda a população.
Alice Maria F. de Sousa, Porto Alegre, via e-mail
Credenciamento
Alguns pacientes do IPE RS queixam-se de que muitos médicos credenciados deixaram de atender ou só indicam exames, porque alegam ganhar pouco por consultas. Poderiam indicar quais médicos estão credenciados e assim haveria maior clareza para os pacientes. Parabéns àqueles que mantêm seus atendimentos.
Ramiro N. de Almeida Filho, Porto Alegre, via e-mail