Do Leitor

'Campereadas'

Parabéns pela tua coluna deste sábado (CP, 31). Me remeteste aos meus tempos de menino que teve seu primeiro emprego aos 11 anos de peão campeiro e seu principal amigo e confidente eram os pingos de montaria. Passávamos os dias charlando, contando causos, imaginando coisas. Eu era o único menino ladeado por dois senhores (um capataz e o imediato dele) e as montarias que a eles desagradavam de imediato passavam para mim. Enquanto isso, eu fazia delas a minha melhor montaria. Daí para frente, viravam meus amigos e confidentes. Deixei-os para seguir em frente, para estudar e buscar outras possibilidades e, quando isso aconteceu, não foi bom. Eles me fazem muito mais falta hoje depois que de lá saí. Acho que hoje compreendo o quanto de bem eles me fizeram. Obrigado pelo teu texto, lindo e emocionante.
Cesar Augusto Hax, Pelotas, via e-mail

Reflexões iniciais

Nossos ancestrais não compreendiam a estrutura dos átomos, o movimento dos planetas ou a origem da vida, mas desenvolveram instintivamente uma relação simbólica e reverente com a natureza. Dessa forma, a observação dos astros, a sucessão dos dias e das noites, a alternância entre a fartura e a escassez e os ciclos da vida e da morte logo se transformaram em enigmas existenciais. Com base nesse quesito existencial, passa-se a indagar e questionar a realidade existente da Terra, tal qual, também, do mundo em questão.
Ita Arnold, Porto Alegre, via e-mail

Machismo

A questão do machismo está na base de muitas condutas que levam à violência doméstica e aos feminicídios. Dessa forma, é preciso realizar amplas campanhas a fim de educar as novas gerações para que elas superem essa mentalidade opressora.
Rejane Moreto, Guaíba, via e-mail