Do Leitor

Casamento coletivo e modal ferroviário.

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais.

Casamento coletivo

Quero dividir com leitoras e leitores do CP uma iniciativa que sempre me emociona. Casais da Capital que sonham com o casamento civil, mas não conseguem arcar com os custos, podem casar gratuitamente, com todo o apoio do Poder Judiciário. Além de não haver despesas com certidões ou Juiz de Paz, a cerimônia acontece em um espaço simbólico da nossa cidade, o Palácio da Justiça, e é preparada com muito carinho: flores, música ao vivo e registro fotográfico para guardar esse momento. São apenas 30 vagas e as inscrições são presenciais no Memorial do Judiciário do RS. Se você conhece alguém que deseja oficializar sua união e se enquadra nos critérios, compartilhe esta informação. As inscrições para a próxima edição seguem até 8 de maio de 2026, ou até o preenchimento das vagas. A cerimônia acontece em 10 de junho. Vale acompanhar e divulgar o evento, Mais informações em @memorialtjrs.

Sabrina Lindemann, Porto Alegre, via e-mail

Modal ferroviário

O Brasil teve nos trilhos o seu caminho de progresso até a implantação da malfadada privatização. O declínio das ferrovias no país se deve a vários fatores, entre eles, o sucateamento e o desmonte da malha ferroviária, o fechamento de ramais, o loteamento dos trechos mais rentáveis e o descaso dos sucessivos governos, privilegiando o rodoviarismo e a indústria automobilística. Enquanto outros países avançam sobre trilhos modernos, nós assistimos à história ferroviária se perder entre estações abandonadas, trilhos enferrujados, locomotivas esquecidas, dormentes podres e milhares de vagões abandonados pelos pátios ferroviários espalhados pelo país. Um verdadeiro crime contra os trilhos. É descaso com a memória, com o desenvolvimento e com a própria nação.
Ricardo Reischak, Porto Alegre, via redes sociais