Catástrofe não terminou
O setor agropecuário vive um dilema, pois o setor primário ainda não recebeu sinais de socorro em medida adequada, sinalizando a capa do Correio Rural de domingo (CP, 9/6) com o título "A catástrofe que ainda não terminou". Estiagens contínuas e condições de mercado desfavoráveis por anos seguidas mostram uma realidade ainda pior, pois o setor está descapitalizado. Levantamentos mostram R$ 3 bilhões de perdas apenas nas áreas de grãos que foram inundadas. Nenhum total deverá superar os R$ 100 bilhões. A situação está-se mostrando que poderá ser irreversível para muitos produtores. Precisamos de uma ajuda muito significativa do Estado e do país para superar essas dificuldades.
João José S. Silveira, Porto Alegre, via e-mail
Imagens da realidade
O fotocorreio da página 2 do +Domingo de 9/6 não poderia ser mais realista. A imagem captada pela câmera de Camila Cunha e o texto de Paulo Mendes mostram dramaticamente que, depois de um mês dos primeiros dias da grande enchente que abalou o Rio Grande do Sul a cidade de Eldorado do Sul, ainda está sob os escombros que se tornam visíveis na medida em que o recuo gradativo das águas mostra a situação, o drama por que passou o Vale do Taquari, a Região Metropolitana e Porto Alegre passaram. Texto e foto se complementam irremediavelmente para demonstrar que temos de continuar a reforçar a solidariedade em todo o Estado.
Ramiro A. Santos, Porto Alegre, via e-mail
Persistência
A coluna "O melhor da nossa gente" (CP, 4/6) mostra a importância do acompanhamento constante na solidariedade para ajudar os necessitados. A foto mostra um grupo de amigas em um barco atuando na linha de frente e como este trabalho tem de ser persistente. A nutricionista Fernanda De Lacorte trabalhou em abrigos e viu de perto a necessidade de ajuda além desses espaços, pois ainda há pessoas na linha de frente nos bairros da Capital e na Região Metropolitana passando frio. Belo exemplo de persistência e solidariedade.
Valéria S.T. Guarnier, Porto Alegre, por e-mail
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