Do Leitor

CNH sem aulas, Postes removidos e talentos nos esportes

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

CNH sem aulas

É compreensível que o governo, através do Ministério dos Transportes, queira facilitar e baratear o custo de uma carteira de habilitação, mas sem a obrigatoriedade de aulas não consigo entender. Ora, mesmo até hoje, com aulas obrigatórias, os acidentes acontecem imaginem sem a obrigação. Muitas vezes até brinco, pois quando chove notamos tanto na cidade como nas estradas que há motoristas sem qualquer prática para dirigir e ter os cuidados necessários durante uma chuva e muitos dos acidentes ocorrem devido a esta falta de experiência. O mesmo acontece com relação a dirigir na cidade e nas estradas sem chuva. Não é a mesma coisa e por isso os acidentes graves, muitos com mortes ocorrem por falta de conhecimento e de prática. Gostaria de saber como irá ficar quando começarem os exames teóricos e práticos dos Departamentos de Trânsito (Detrans) em todo o país e como serão os resultados no trânsito.
Roberto T. da Silveira, Porto Alegre, via e-mail

Postes removidos

Vejam só que falta de sensibilidade: seis postes que a CEEE Equatorial instalou no meio da ciclovia da avenida Diário de Notícias, na zona Sul, nesta semana, começaram a ser retirados desde quarta-feira. Houve polêmica no bairro devido a localização das estruturas que prejudicava o fluxo de ciclistas, pedestres e uma parada de ônibus. Para a concessionária a instalação dos postes seria temporária, mas a prefeitura notificou a distribuidora para permitir novamente a funcionalidade da ciclovia. A EPTC autuou a empresa e sinalizou a via para evitar acidentes. Fica a pergunta: por que instalar postes de concreto no meio de uma ciclovia? Não pensaram na possibilidade de acidentes em ciclistas e pedestres? Ponto para a prefeitura.
Elenara L. de Souza, Porto Alegre, via e-mail

Talentos nos esportes

Pois é, não entendo o porquê dos governos municipais, estaduais e o federal não conseguirem recursos para financiar os jovens que desejam continuar nas atividades esportivas. O leitor Daniel Diehl (CP, 30/07) escreveu sobre ter encontrado em uma parada na avenida Praia de Belas com a Ipiranga três jovens vestindo quimonos e ostentando medalhas pedindo de carro em carro dinheiro para ajudar nos custos da próxima competição. O leitor citou, também, uma reportagem no +Domingo de 27/7, sobre o jovem Luciano Baron, competidor de queda de braço. Na matéria, o jovem considera ser a sua maior dificuldade obter patrocínio para o mundial da modalidade. Faço minhas as palavras do leitor, pois considero impossível não poder auxiliar os jovens talentos no esporte.
Andrea S. de Taranto, Porto Alegre, via e-mail