Do Leitor

Combate ao javali, Jaguar e oportunidade de emprego

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Combate ao javali

Considerado uma praga exótica, o javali não tem predadores naturais no Brasil e sua reprodução é acelerada. Trazido para o país na década de 1960, procedente da Europa, Ásia e Norte da África para a produção de carne e para a caça, o animal disseminou-se depois de fugir de criadouros e cruzar com porcos domésticos, surgindo o javaporco, um animal ainda mais violento que anda em bandos. Na tentativa de alterar o combate ao javali, o deputado federal Alceu Moreira, coordenador institucional da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), sugere descentralizar o controle, atualmente com o Ibama, para os governos estaduais através de um projeto de lei para dar um destino social à carne dos javalis abatidos no Brasil (CP, 23/8). Para especialistas, a burocracia e a ausência de políticas efetivas podem ter causado o descontrole da população de javalis em todo o território nacional. O animal transformou-se em um predador de várias espécies, que acaba com as nascentes de água e é um risco sanitário, pois, quando contaminado, transmite a febre aftosa e a peste suína.
Joel S. J. Madureira, Porto Alegre, via e-mail

Jaguar

Nascido Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe, no Rio de Janeiro, Jaguar foi um ícone do jornal satírico alternativo, O Pasquim, publicado entre 1969 e 1991, de resistência ao período militar, fundado por ele, por Tarso de Castro e Sérgio Cabral. Antes, trabalhou nas revistas Manchete, Senhor e nos jornais Última Hora e Tribuna da Imprensa. Vítima de uma pneumonia, Jaguar nos deixou no domingo, no Rio, cidade em que nasceu, aos 93 anos de idade. Vez que outra, dou uma olhada em alguns exemplares do Pasquim para ver os cartuns de Jaguar e do Henfil, outro cartunista, como Ziraldo, e ler a célebre entrevista com Leila Diniz. Lembranças do humor da turma do Pasquim.
Renato B. de Sousa, Porto Alegre, via e-mail

Oportunidade de emprego

As agências do Sistema Nacional de Emprego (Sine) no Estado, geridas pela Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS), oferecem várias oportunidades de emprego, desde os permanentes, temporários, para Jovem Aprendiz e para estágio. Considero de grande importância que, das ocupações, 382 são exclusivas para pessoas com deficiência e 7.040 aceitam pessoas com deficiência. Para se candidatar a 84% das vagas, não é necessário ter experiência. Basta acessar o Portal Emprega Brasil. É a oportunidade para aqueles que ainda não tiveram emprego e uma chance de começar um trabalho sem a necessidade de experiência anterior. Com os documentos em mãos, vá a uma agência e se candidate. Boa sorte.
Joaquim D. Soares, Porto Alegre, via e-mail