Conselhos ao presidente
Ninguém é perfeito, entendimento sem dissonância. Na trajetória da vida, o empenho na busca ao aperfeiçoamento é caminho essencial para que vivamos em harmonia, contribuindo para construção de uma sociedade justa e perfeita. Do gestor público, mais do que de qualquer pobre mortal, a despeito da imperfeição humana, há inaceitáveis erros gritantes, posto que dispõem de assessores para orientações. O presidente Lula, em reiteradas vezes, afirmou não poder errar. Inobstante, ao assumir, não satisfeito com o elevado quantitativo de 23 ministérios, criou 14. Até para guardar o nome dos titulares e reuni-los é difícil. Decorrentemente, aumento do custo da máquina administrativa. Equívoco, em complementação, nas escolhas, circunstância ensejadora de reforma ministerial já anunciada. E, mais do que isso, em reunião cobrou ações dos ministros e “a gente proíbe novas ideias”. Buscando protagonismo internacional, mesmo diante de grandes desafios internos, viagens como nunca, gerando, como sendo divulgado, gastos elevadíssimos. Frente a esse quadro, cabe singela indagação: os companheiros do presidente, notadamente os assessores – e são muitos –, não oferecem conselhos ou o presidente não os aceita?
Jorge Lisbôa Goelzer, Erechim, via e-mail
Quadrilátero central
É inegável que as obras de revitalização do Centro Histórico são uma realidade. Os trechos em obras estão realmente sendo transformados para melhor. No entanto, a demora é uma constante. Por exemplo, as obras nas duas quadras da rua General Vitorino e nos cruzamentos com a Vigário José Inácio e adiante na Marechal Floriano, ainda estão inconclusas há mais de dez meses. É muita demora para os moradores e principalmente para os comerciantes que vêm sendo prejudicados. Agora as obras estão sendo direcionadas para a Rua da Praia. Gostaria de saber se o pavimento histórico da via, com paralelepípedos que formam um desenho, será devidamente restaurado.
Rubens G. de Souza, Porto Alegre, via e-mail
Cercamento de playgrounds
Em boa hora a Câmara Municipal aprovou um programa de cercamento das áreas de recreação infantil, os chamados playgrounds, das praças e parques da cidade. O cercamento possibilitará acesso fácil para as crianças e pessoas com deficiência, garantindo a segurança e a integridade físicas. Esperamos que o projeto não fique somente no papel. A iniciativa é muito boa para as crianças, que devem ter esta proteção.
Mariana S. do Nascimento, Porto Alegre, via e-mail
Violência
Concordo plenamente com o leitor Cristian H. Strelow sobre os debates escolares acerca das "Violências nas escolas" (CP, 28/6). Nos estabelecimentos de ensino, como bem disse o leitor, aprendemos a fazer, a viver juntos e ter conhecimento. Não temos o direito de desmerecer os nossos semelhantes.
André L. J. da Silveira, Porto Alegre, via e-mail