Contêineres
Muito antes de instalarem os contêineres em Porto Alegre, eu já escrevia para esta coluna comentando sobre a falta de educação do porto-alegrense em relação ao lixo na cidade. Vejo no CP do dia 2 vasto comentário sobre esse assunto. Com certeza, o grande culpado por esse lixo espalhado é o serviço de coleta e a população, classes A, B e C, que jogam lixo reciclável no contêiner. Os catadores sabem da falta de educação do povo e reciclam ali mesmo o seu ganha-pão. A prefeitura teve boa intenção em dar esses depósitos para o povo.
Eri T. Bellanca, Porto Alegre, via e-mail
Editorial
Concordo com o editorial “Questão urgente a ser equacionada”, pois o problema da coleta de lixo de Porto Alegre está realmente virando um drama para vários bairros e também para o centro da Capital. Não é difícil imaginar, como diz o texto, os danos cotidianos que podem causar os dejetos se degradando a céu aberto. Ao pagarem o IPTU, os munícipes também quitam a taxa de lixo. Cabe aos administradores zelar pelo bem-estar da coletividade.
Marina T. Gonçalves, Porto Alegre, via e-mail
Custo de um preso
Maior que o salário mínimo, custo médio de cada preso no Brasil chega a R$ 1.819 por mês. É mais que salário de muito professor. Essa estratégia milenar de punição só tem gerado mais custos para a sociedade que é vítima dessas pessoas mais uma vez. Os legisladores desse país fazem tantos projetos bizarros. Por que não estudam uma forma mais humanizada de tratar detentos e tornarem-nos seres produtivos para suas famílias e para a sociedade que eles prejudicaram?
Ana Rita Torres Soares, Porto Alegre, via Instagram
Investimento
Bacana seria se este custo fosse um investimento dos próprios presos em pagar esta conta. Entendo que muitos foram marginalizados e outros quiseram se marginalizar, mas muitos de nós estiveram em situações parecidas e optamos por seguir o caminho da responsabilidade. Não acho justo pagar esta conta desta forma. “Bora” mudar o sistema prisional? Quer comer? Produza.
Evandro Schütz, Canela, via Instagram