Do Leitor

Contêineres novos, ‘diferença’ e emendas parlamentares

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Contêineres novos

A partir de fevereiro, conforme notícia do Correio do Povo (11/1) e num prazo máximo de 21 dias teremos, finalmente, a instalação em Porto Alegre de novos contêineres para coleta de resíduos a partir de um contrato do DMLU com o Consórcio Porto Alegre Ambiental. Serão 2.950 equipamentos para resíduos orgânicos, de cor cinza, e outros na cor verde para a coleta seletiva. Lembro quando a prefeitura começou a experiência no Centro Histórico, com a coleta orgânica e seletiva. Em seguida, retiraram os da coleta seletiva. Não sei dos motivos, mas a notícia de agora é alvissareira no sentido de que a coleta terá mais equipamentos. A educação ambiental será reforçada e os usuários receberão material educativo e informativo e orientação verbal de como utilizar corretamente os contêineres.
José de Souza P. Lima, Porto Alegre, via e-mail

‘Diferença’

Faço minhas as palavras do leitor José Carlos Morsch na carta “Diferença” (CP, 2/11/2024), quando ele diz que a diferença entre a direita e a esquerda, que polarizam politicamente o país há anos, são evidentes em seus princípios essenciais. Em comum para ambos, há o humanismo que reconhece a natureza única e sagrada do homem. Liberais têm suas convicções na individualidade como fonte da autoridade ética, moral e política em busca das liberdades. Os socialistas acreditam na coletividade e interesses comuns em busca das igualdades. A raiva que radicaliza os dois extremos se dá pela contaminação de ódios e preconceitos que fazem perder o brilho, a razão e o bom senso e transformam adversários ideológicos em inimigos mortais.
Lauder S. Santarrosa, Porto Alegre, via e-mail

Emendas parlamentares

O ministro Flávio Dino insiste em ver transparências na destinação e utilização das polpudas verbas (bilhões de reais) solicitadas por políticos do Congresso, uma vez que até agora sustentam uma “quebra de braço”, disputando forças e opiniões para liberação daquelas emendas. Ora, se na Constituição há normas e regulamentos acordados para que se rastreie todo o dinheiro liberado para ONGs, prefeituras e outras instituições através das tão famosas e antigas emendas parlamentares, por que os deputados não o fazem? Porque a maioria das verbas desaparece nos trâmites. Ou vão fazer caixa dois para as próximas eleições que, somadas às verbas do fundo eleitoral, se constituem em poderosa força para reeleições em nosso viciado sistema eleitoral, no qual quem tem mais dinheiro se elege em detrimento de novas cabeças que poderiam mudar o atual cenário da velha política.
Ramiro Nunes de Almeida Filho, Porto Alegre, via e-mail