Racismo
A FIFA se contradiz ao negar a manifestação legítima dos jogadores argentinos que exibiram simples faixa relembrando o direito de seu país sobre as ilhas Malvinas e acatar arbitrariedade e desfaçatez do truculento presidente estadunidense para retirar um cartão vermelho aplicado a um jogador de seu país. Ainda admitir docilmente e de forma cúmplice, por outro lado, as reiteradas manifestações racistas do escrete argentino e de seus torcedores. Justamente a Argentina, país com alto índice de alfabetização e cultura geral de seu povo. Um país de Cortázar, Borges, Guevara, Piazzola, Güiraldes, Yupanki, M. Sosa, só para citar ínfima parte de seus próceres não se pode permitir a tamanha incongruência.
Pedro Luís Vargas Viegas, Porto Alegre
Palhexada de novo
Já estava assim antes do 7 a 1. Na TV, "experts" em futebol, com debates inúteis, tirando o foco das mutretas da CBF na venda de meninos para Europa, que ficam ricos, perdendo o amor pelo povo. Na Copa, até derrotados dão lucro. Para alguns, é mais fácil odiar o time argentino, do que odiar nosso retrocesso social-moral-cognitivo.
João Bosco Egas Carlucho, Rio de Janeiro/RJ
Lamine Yamal
São esses jogadores que queremos que nossos filhos conheçam! Esses que queremos colocar cartaz no quarto, e colecionar figurinhas! Homens de bom coração! Que ajudam as crianças, que se importam com a infância!
Elaine Sola Fernandes, Florianópolis/SC
Disputa do terceiro lugar
Eu não sei vocês... mas jogo pra mim foi o de sábado! França busco quatro gols quando ninguém acreditava mais... perdendo da Inglaterra, mas mostrando garra, força e determinação. Perdeu, mas saiu de cabeça erguida.
Sandra Poletto, Porto Alegre