Do Leitor

Corporativismo, corrupção e inflação, respostas à enchente e a 11ª vítima

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Corporativismo, corrupção e inflação

Enquanto houver conchavos na política, principalmente em Brasília, onde o corporativismo impera e se utiliza do vale-tudo para se manter no poder, a corrupção continua solta de norte a sul. Milhares de crimes de colarinho-branco ocorreram nos últimos 30 anos, escândalos e mais escândalos de todos os calibres – confessos e com bilhões devolvidos, repatriados e todos resultaram em pizza. Parece que nem as advertências vindas do exterior por organismos internacionais contra a corrupção e a impunidade foram suficientes. Os nossos políticos e autoridades fazem ouvidos moucos e continuam a praticar o que tem prejudicado a imagem do Brasil e desestimulado os jovens e homens honrados a serem honestos, a acreditarem em nossas instituições democráticas. Aliás, a mais cara e desorganizada do ocidente, pois pagamos salários altíssimos e mais penduricalhos generosos para manter a máquina governamental e burocrática praticando má gestão, má educação, má assistência social e permitindo a insegurança. Toda essa desorganização política e social provoca o aumento da inflação. O mal do Brasil está no sistema republicano que tem privilegiado e incentivado o corporativismo.
Ramiro Nunes de Almeida Filho, Porto Alegre, via e-mail

Respostas à enchente

A demora foi de quase um ano para começar a responder com ações ao flagelo da terrível e maior enchente ocorrida no Estado em maio de 2024. O desassoreamento de quatro canais já foi iniciado na semana que passou e irá possibilitar a liberação da navegação comercial plena no RS. Serão dragados e desassoreados os canais de Furadinho, Pedras Brancas, Leitão e São Gonçalo para resolver os problemas com as embarcações na chegada a Porto Alegre. Sabemos que a Câmara Municipal também trabalha no sentido de resolver os problemas de quem ainda está sem moradia, além de resolver o problema das casas de bombas com obras de qualificação de quatro Estações de Bombeamento de Águas Pluviais (Ebaps) na Capital. As grandes cheias ocorreram em abril de 2024. Não podemos esquecer.
José de Souza P. Lima, Porto Alegre, via e-mail

A 11ª vítima

A camareira que trabalhava na pousada atingida por um avião em Gramado, e que sofreu com graves queimaduras em 43% do corpo, não resistiu aos ferimentos e faleceu no HPS em Porto Alegre depois de mais de três meses de internação (CP, 19/3). Lizabel de Moura Pereira, 56 anos, que estava em terra, foi atingida pelas chamas da aeronave que explodiu quando tocou o solo em 22 de dezembro de 2024.
Saul R. D. Silva, Porto Alegre, via e-mail