Crianças para o mundo
Que coisa linda. As crianças que foram resgatadas após 40 dias na Amazônia colombiana sobreviveram porque aprenderam desde cedo a serem independentes. A menina de 13 anos cuidou dos irmãos e, principalmente, do bebê durante todo este tempo, caso contrário não teriam sobrevivido. As crianças foram preparadas desde cedo para o mundo. Parabéns à mãe, que partiu, mas preparou os filhos para sobreviverem. Crianças valentes! Muita sorte para elas! Que a vida continue dando força e garra para estas crianças.<TB>
Angela Wyse, Porto Alegre, via Instagram
Segurança na orla
A Força Tática do 1º Batalhão e do 1º Batalhão da Polícia de Choque da BM realizaram abordagens e identificações de pessoas para tentar impedir crimes e garantir a segurança dos frequentadores da nova pista de skate do Trecho 3 da orla do Guaíba (CP, 14/6). A Polícia Civil realiza as investigações e conduz o inquérito para descobrir os autores do duplo homicídio. Na mesma notícia, o prefeito reuniu-se com os órgãos de segurança pública municipal e estadual para discutir estratégias contra a violência. Admitimos que há uma preocupação real das autoridades para que os cidadãos possam usufruir deste belo espaço da Capital com segurança. Gostaríamos que fosse um trabalho constante que realmente possa garantir segurança.
Armando G. Souza, Porto Alegre, via e-mail
Mocidade dependente
O duplo homicídio ocorrido no último fim de semana na pista de skate da orla do Guaíba é uma história que se repete com preocupante frequência, com protagonistas semelhantes e com os mesmos ingredientes. O marco inicial destes lamentáveis episódios talvez tenha sido o tiroteio entre gangues juvenis ocorrido há treze anos, na tarde de 28 de fevereiro de 2010, um domingo, no parque da Redenção. Aquele tiroteio vitimou o jovem Gabriel Medina Marques (15 anos), que não tinha nada a ver com as gangues, e que foi morto na véspera de ingressar num curso de informática. O palco destes lamentáveis acontecimentos é sempre um lugar público movimentado, os envolvidos são jovens e moços entre 17 e 22 anos de idade, alguns deles com prontuário policial e portando armas de fogo, quase todos provenientes da desassistida periferia da cidade, de vilas em que a cidadania só ingressa mediante autorização de quem a domina.
Sérgio Becker, Porto Alegre, via e-mail