Culpados?
Os culpados somos nós. Todos nós! Somos permissivos na educação dos filhos que tomam as rédeas nas relações familiares e, por comodismo, satisfazemos a sua vontade. A sonegação de impostos, se contabilizada, deve ser amazônica. Quando perguntam: “Vai querer nota?”, deveríamos chamar o guarda e denunciar o crime. Mas não fazemos nada! Como cobrar a melhoria da educação e o respeito à autoridade e hierarquia? Não há dinheiro para pagar professores com dignidade e estimular outras qualidades que se exigem da carreira. Não há dinheiro para construir presídios. Todos reclamam e pedem melhorias. Todos sabem o que fazer, mas não fazem. Devemos invocar o "alguém" e o "ninguém" para uma conversa muito séria e colocar as coisas no devido lugar. "Alguém" tem que fazer alguma coisa, mas "ninguém" não faz nada. Nem vou falar da corrupção e etc., causas e consequências do patamar rasteiro em que nos chafurdamos.
Décio Antônio Damin, Porto Alegre, via e-mail
Racismo nos estádios
Atualmente, vivemos em um mundo onde os estádios de futebol se transformaram em lugares tóxicos. Casos de racismo que percorrem os campos do mundo inteiro, mas nunca acabam, com jogadores desanimando de exercer sua tão desejada profissão. Há pouco tempo, vimos o ato de racismo com o jogador Luighi, um garoto de 20 anos, realizando seu sonho de jogar a Libertadores. Ao fim do jogo, ele é entrevistado, porém não aguenta a dor que está sentindo, desabafa e chora em frente à TV mundial, pedindo por justiça. Uma cena comovente que, infelizmente, ficará para sempre marcada. E, com isso, nos perguntamos: "Até quando iremos aguentar?". O estádio de futebol é local de torcer, vibrar e demonstrar o amor ao seu time e não de acabar com o psicológico de uma vida.
Gabriel Hartwig (Etesi), São Lourenço do Sul, via e-mail
Verdade
O Brasil atual enquadra-se perfeitamente no ditado “Aquilo que é construído sobre pilares alicerçados na areia não para em pé.” Somente a verdade prevalecerá eternamente.
José Nestor Klein, Porto Alegre, via e-mail
INSS
Já se passou quase um mês da descoberta das fraudes no Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e até o momento ninguém foi preso. Por quê?
Jaime Pacheco Alves, Atlântida Sul, via e-mail