Do Leitor

Céu azul, céu limpo enfim, celular na escola, domínio do celular e cães abandonados

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Céu azul

“Eu não sei se vem de Deus do céu ficar azul... essa cor que azuleja o dia...” Isto não sei lhe responder, Djavan. Mas “se acaso anoitecer e o céu perder o azul, entre o mar e o entardecer”, com nuvens negras como a tempestade, isto sim pode ser coisa dos homens, destas queimadas infinitas e criminosas que consomem as árvores e os animais, que espantam as abelhas, as aves e as borboletas, que escurecem a chuva, apertando nossas gargantas de fuligem e tristeza. “Alga marinha, vá na maresia, buscar ali um cheiro de azul... Bate e finca pé! Até o sol nascer amarelinho, cedinho, cedinho.”
Pedro Luís Vargas Viegas, Porto Alegre, via e-mail

Céu limpo enfim

E não é que ontem tivemos um dia claro, céu azul, bem ao contrário dos dias anteriores, um dos quais escureceu em plena tarde? Ontem foi diferente, enfim. A fumaça vai voltar, mas que seja por pouco tempo.
Betina T. de Souza, Porto Alegre, via e-mail

Celular na escola

“Celular na gaveta: novos regramentos para uso de aparelhos reduzem prejuízos ao ensino.” Cada vez mais acho que o problema são os pais que não regulam o uso em casa e dão um celular para criança desde cedo.
Fernando Juarez de Cardoso, Novo Hamburgo, via Instagram

Domínio do celular

O maior inimigo da aprendizagem é o celular em aula. É impossível ter atenção de adolescentes no Ensino Médio. O celular domina a aula.
Moisés Leonardi de Almeida, Porto Alegre, via Instagram

Cães abandonados

Ao visitar um abrigo onde há dezenas de cães para adoção, fiquei penalizado com aparência de vários pets, que estão em "jaulas", tristes, lacrimosos, confusos por seus donos que os abandonaram ao léu. Lamentável que alguns tutores aproveitem a catástrofe climática para se livrarem de seus cães. Cito uma frase do zoólogo austríaco Konrad Lorez: “Os laços de amizade de um cão com seu dono são tão duradouros quanto podem ser os laços deste mundo”.
Heraldo Quesada, Porto Alegre, via e-mail