De volta o Salgado Filho
A boa notícia é esta de que o Aeroporto Internacional Salgado Filho está retomando a totalidade das operações depois de 227 dias totalmente paralisado devido à grande enchente histórica de maio. O aeroporto tornou-se um dos grandes símbolos da retomada econômica e está voltando a funcionar. Serão retomados os voos internacionais como o retorno da rota Porto Alegre/Lisboa além de dois novos destinos domésticos, para Recife e Salvador. E, a partir desta semana, retornam os espaços para operação das autoridades alfandegárias, equipamentos para a Polícia Federal, Receita Federal, Vigiagro e Anvisa. Vejo, enfim, a normalidade tomando conta do aeroporto e espero que logo, como disse a administradora do aeroporto, a Fraport, a capacidade total esteja operando no primeiro semestre de 2025. Um ano ruim termina bem para todos nós do Rio Grande.
Lauder S. Santarrosa, Porto Alegre, via e-mail
Leite adulterado
Causa espanto que a Ind. Dielat contratou um químico que estava proibido de atuar em laticínios desde 2014 (CP, 13/12). A fraude em colocar soda cáustica e água oxigenada nos silos onde o leite ficava armazenado. Os funcionários sabiam desta prática ou era feito na calada da noite pelo químico e demais diretores da indústria? Quantas pessoas foram prejudicadas com várias moléstias ao consumirem com este leite adulterado? Quem mais consome este produto são crianças e idosos. Será que o STJ não poderá arbitrar este lesa-pátria?
Heraldo Quesada, Porto Alegre, via e-mail
‘Leite Compensado’
Impressionante o relato da leitora Alba Pereira Maranzana (CP, 14/12) ao demonstrar como faz coalhada, afirmando ter conseguido somente uma xícara e “mais de um litro de um líquido branco, que parecia leite”. A que riscos estamos sujeitos? Só de pensar que uma grande maioria de crianças, jovens e idosos bebe leite não podemos deixar ninguém impune.
Mariana S. do Nascimento, Porto Alegre, via e-mail
Rentismo
Mais uma vez, os especialistas do mercado são surpreendidos pelo crescimento contínuo e gradual da economia no terceiro trimestre e com outros indicadores econômicos que desmentem com números realizados e fatos supervenientes suas previsões interessadas, que contaminam o ambiente de negócios e, assim, geram inseguranças e medos, condições ideais aos ataques especulativos. Seu mantra, “crescimento econômico produz inflação”, busca aumentar a taxa de juros que os alimenta. São especuladores inescrupulosos que prestam um desserviço ao país.
José Carlos Morsch, Porto Alegre, via e-mail