Do Leitor

Decisão acertada, vergonha nacional, voto obrigatório e não desista

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Decisão acertada

Nós temos leis e um Judiciário atuante. Foi acertada a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, em suspender a rede social X (Twitter), de Elon Musk, que havia retirado a representação da empresa do Brasil, justamente para não obedecer às leis brasileiras, como ele tem feito pelo mundo afora. Tem razão o leitor Adalberto Gaspar (CP, 31/8), nós temos uma Constituição federal. Se Musk quiser continuar com um grande mercado como o brasileiro, terá que se adaptar e ter um escritório atuante.
Joaquim D. Soares, Porto Alegre, via e-mail

Vergonha nacional

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, com o bloqueio da rede social X, presta um desserviço ao país pela suspensão de 22 milhões de brasileiros conectados à rede social, que a utilizam para seus negócios e suas comunicações. Sabemos que essa briga é de longa data. Por que não resolvem isso num tribunal internacional, em lugar da punição aos 22 milhões de brasileiros? Uma vergonha nacional, porque agora nos juntamos à China, Venezuela, Coreia do Norte, Irã que não têm acesso a essa rede social.
José Pedro Naisser, Curitiba (PR), via e-mail

Voto obrigatório

Por que obrigam o brasileiro a votar nos seus representantes se estes, depois de eleitos, não nos representam? Vejamos: perdoam dívidas de partidos, afrouxam as leis que punem políticos corruptos, como a da ficha limpa, votam seus salários e penduricalhos, fundo eleitoral e outras verbas em benefício próprio. Não coíbem as ações prejudiciais de outros poderes sobre a população. Como votar consciente se a maioria dos políticos não têm consciência?
Jaime Pacheco Alves, Atlântida Sul, via e-mail

Não desista

Se o mundo exterior está um caos, todo desordenado, parecendo que vai explodir, não desista. Mantenha a serenidade, pense positivo, tente ver o lado bom das coisas e siga em busca da própria felicidade.
Nolfeu Barbosa, Montengro, via e-mail