Dengue aumenta no RS
A manchete do Correio do Povo (CP, 14/4) mostra a importância e a gravidade desta doença infecciosa, a dengue, que até o domingo, dia 13, somava 6.421 infecções com cinco mortes, duas em Porto Alegre e as demais em Viamão, Alvorada e Cachoeira do Sul. Segundo a reportagem de Guilherme Sperafico – com um gráfico excelente –, o cenário atual é de 474 municípios infestados pelo mosquito Aedes aegypti, que transmite a doença. Há ainda mais uma preocupação com relação a outra arbovirose transmitida por mosquitos, a chikungunya. Pelo menos 142 casos já foram confirmados, além de um óbito. No ano passado, foram contabilizados 10. Viamão está liderando o número de casos e recebeu, no início do mês, uma força-tarefa do Ministério da Saúde e da Força Nacional do Sistema Único de Saúde.
Lauder S. Santarrosa, Porto Alegre, via e-mail
Descarbonização
O setor de transportes do Rio Grande do Sul é considerado o segmento mais poluente, representando 57,7% das emissões de carbono do Estado. Especialistas apontam que o etanol (álcool), obtido a partir da biomassa de cereais ou de cana-de-açúcar, tem sido apontado como parte da solução de longo prazo para a descarbonização do setor. Ao contrário do que ocorre com o biodiesel, do qual o RS é o principal produtor. O Estado não possui produção significativa de etanol, apesar de o Brasil ser o segundo maior produtor de biocombustíveis do mundo. Citando a Emater, o Correio do Povo desta segunda-feira, 14, informa que o RS utiliza somente 22,1% da área agricultável durante o inverno. O excedente (80%) poderia ser usado para a produção de etanol. A questão é econômica e o empresário é quem deveria decidir, salienta a empresa de extensão rural.
João S. F. da Veiga, Porto Alegre, via e-mail
Ainda as ferrovias
Leitores ainda insistem, com razão e finalidade, na continuidade das ferrovias no RS. Elas foram, são e continuarão sendo necessárias para o desenvolvimento que sonhamos. No entanto, somente com a vontade dos administradores municipais, estaduais e do país voltaremos a ter o setor ferroviário revitalizado.
Santiago Lancasterini, Porto Alegre, via e-mail