Despedidas
Nunca estamos preparados para nos despedirmos de alguém querido, especialmente quando essa despedida é definitiva e não teremos mais a presença física nem o contato visual de quem partiu. A morte, para alguns, representa o fim de uma jornada; para outros, é apenas o início de uma nova viagem. Diante da perda, somos convidados a lidar com a saudade, a recordar momentos vividos e a valorizar o amor que permanece em nossas memórias. Embora a ausência traga dor e vazio, os ensinamentos, os gestos de carinho e as lembranças compartilhadas continuam vivos em nossos corações, tornando eterna a presença de quem amamos. Despedir-se nunca é fácil, mas o amor construído ao longo da vida ultrapassa a distância e o tempo, transformando a saudade em uma forma de manter viva a conexão com aqueles que deixaram marcas profundas em nossa história.
Gô Dillenburg, Guaíba, via e-mail
CNH
Enquanto todas as pessoas lúcidas e coerentes ficam atônitas com o número de acidentes no trânsito e entidades como Sincodiv-RS, apoiada pelo Detran-RS e pela EPTC de Porto Alegre, tentam amenizar tal caos, o governo federal trabalha em sentido contrário, acabando praticamente com a formação teórica dos novos motoristas e reduzindo, pasmem, para duas as vinte horas de aulas práticas até então requeridas. Será, sim, esta medida governamental, populista, eleitoreira e incoerente, responsável pelo pior que se desenha.
Décio Antônio Damin, Porto Alegre, via e-mail
Esquecimento
No fundo, os carros de aplicativo se transformaram em testemunhas privilegiadas da correria moderna. A boa notícia é que recuperar um objeto perdido ficou mais fácil com os recursos disponíveis nos aplicativos. A má notícia é que, antes de procurar ajuda, é preciso lembrar exatamente o que foi esquecido. E essa, convenhamos, costuma ser a parte mais difícil.
Gregório José, Muriaé (MG), via e-mail