Do Leitor

Dia dos Povos Indígenas, feira da retomada e baixa competitividade

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Dia dos Povos Indígenas

O Dia do Índio, cuja nomenclatura foi alterada para “Dia dos Povos Indígenas”, em julho de 2022, marcou, no dia 19 passado, em todo o país, a luta incessante e perene destes povos originários que foram expulsos de suas terras há mais de 500 anos. É bem da verdade que hoje temos avanços, como as nomeações de mulheres indígenas para liderar o Ministério dos Povos Indígenas e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), com Sonia Guajajara e Joenia Wapichana (CP, 19/4). Essa melhoria de condições simboliza a preservação de práticas e conhecimentos e o reconhecimento do direito destes povos a territórios ancestrais. E também localiza a demarcação de terras e a luta para barrar o Marco Temporal. No país, o Censo de 2022 aponta para quase 1,7 milhão de indígenas. No RS habitam 36 mil, das etnias kaingang, guarani e guarani mbya, das quais 15 mil vivem em 50 territórios.
Ana Paula R. González, Porto Alegre, via e-mail

Feira da retomada

O saldo realmente foi positivo da Feira do Peixe, pois mais de 500 toneladas de pescados foram comercializadas e o público superou as 700 mil pessoas somente no Largo Glênio Peres, em cinco dias de evento, defronte ao Mercado Público (CP, 19/4). Os produtos mais procurados pelo público foram a tainha inteira, filés de tainha, tilápia e merluza. Muitos aproveitaram o último dia para obter as promoções. Para o secretário de Governança Cidadã e Desenvolvimento Rural, Cassio Trogildo, foi uma das melhores feiras já realizadas, “especialmente por ser a da retomada, após a enchente”.
Lucas S. dos Santos, Porto Alegre, via e-mail

Baixa competitividade

Triste a notícia da classificação em último lugar do Brasil no novo ranking de competitividade industrial na América do Sul. Perdemos para o Peru, Colômbia, Argentina e Chile. Exportamos minério de ferro para a China e compramos aço manufaturado, exportamos commodities. Nada temos a comemorar a não ser a derrocada na educação e os jovens que preferem o “nem nem”: nem trabalham, nem estudam. Para chegar a este triste índice de último lugar, foi levado em consideração o ambiente econômico, o desenvolvimento humano e a educação, principalmente dos jovens que poderiam estar cursando o ensino técnico.
José Pedro Naisser, Curitiba (PR), via e-mail