Discurso do ódio
A polarização na campanha eleitoral norte-americana está a demonstrar que algo precisa ser feito para justamente diminuir e até tirar essa singularidade maléfica que está minando a campanha e os corações das pessoas. O discurso do ódio parece uma doença. Não se pode deixar que a contaminação que está ocorrendo cresça para níveis que não poderão ser controlados. Vejam este exemplo da violência praticada contra o ex-presidente norte-americano Donald Trump, ferido com um tiro que fora disparado para lhe tirar a vida durante um comício, no sábado em Butler, na Pensilvânia.
Ricardo T. de Sousa, Porto Alegre, via e-mail
Desdobramentos
Candidato republicano às eleições presidenciais, Donald Trump foi ferido em um atentado a tiros, no sábado, na Pensilvânia. Trump foi atingido na orelha direita, sendo amparado por agentes do serviço secreto americano. O atirador, um jovem de 20 anos, e um participante do comício de 50 anos foram mortos e outras duas pessoas saíram feridas com gravidade. A campanha presidencial foi abalada e certamente terá desdobramentos que irão por certo modificar outras campanhas eleitorais no mundo.
Nataniel S. Moreira, Porto Alegre, via e-mail
Eleições
Concordo com o leitor Ramiro Nunes de Almeida Filho (CP, 12/7) de que as democracias são resultado de eleições livres e que eleições de dois em dois anos podem perturbar o crescimento do país. A democracia que precisamos deve ser reestudada e racionalizada para que se possa reduzir os gastos para mantê-la.
Rubens G. de Souza, Porto Alegre, via e-mail
Filmes dublados
Para se ter entretenimento, temos TV por assinatura e o Youtube, que vem junto com o pacote. O Youtube, há um ano, vem transmitindo filmes dublados em diversos idiomas como árabe, francês, inglês, russo e raramente em português. Agora teremos que aprender e entender estes idiomas ou vamos assistir a filmes sem som, imaginando o desenrolar dos colóquios?
Heraldo Quesada, Porto Alegre, via e-mail