Disputas
O ano nos reserva, uma habitual, três competições, na linguagem esportiva: Copa do Mundo, eleições e trabalho. Em cada uma, de forma direta ou indireta, estamos presentes. A primeira, gostemos ou não de futebol, como o Brasil em confrontos, envolvemo-nos, destinando parte do nosso precioso tempo. Com a desclassificação, nem se aproximando do final, a primeira não nos ocupa, nem nos molesta mais. Restam duas, ambas sempre importantes e desafiadoras. As eleições devem ser encaradas como exigência a que acompanhemos as propostas dos candidatos e analisemos quais viáveis e concretizáveis. Os postulantes têm de enfrentar as dificuldades, e são muitas, da população, afirmando o que fazer e como, sobretudo, fazer! E nós, eleitores, avaliarmos a credibilidade. A terceira disputa, sem interrupção, e que estará, como sempre, em evidência, é o trabalho. Não havemos de interromper o que exercitamos, indiferente se trabalhador com vínculo de emprego, se empresário, do agro ou não, ou profissional liberal. Havemos de afirmar, para tanto, competência e dedicação, fazendo o melhor. Verdadeira disputa intensa, pessoal, para alcancemos resultados. De modo que o ano exige muito. Pensemos.
Jorge Lisbôa Goelzer, Erechim, via e-mail
Imunização
O rigor do inverno mostra o quanto a população deve atentar para a devida vacinação contra as doenças respiratórias, que costumam acometer quem mora em regiões mais frias, como é o caso do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná, estados de menor temperatura. Um organismo fortalecido fica mais infenso a enfermidades mais graves. O papel das vacinas continua imprescindível, tanto para a saúde individual quanto para o bem-estar coletivo, evitando contágios e propagação de patologias.
Nilse Centenaro, Porto Alegre, via e-mail