Do Leitor

Ditadura nunca, valores éticos e respeito à lei

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Ditadura nunca

A gente nasce para ser livre! Não precisamos, destarte, de tutor. Quando se instala, na área geográfica em que vivemos, ditadura, seja de esquerda ou de direita, perdemos essa condição sublime (liberdade). Passa a existir a sociedade do medo, do silêncio, a despeito dos absurdos sendo praticados. Consequência imediata, enriquecem os ditadores e se empobrece o povo, mesmo que não se fale no exercício do narcotráfico adquirindo relevo, comprometendo países vizinhos e distantes. O povo, que sempre há de ser soberano, já que muitos falarão em soberania, fica na saudade. Não é viável discussão de país soberano, se o povo não é soberano. A Justiça dos Estados Unidos estará analisando, entre outros crimes, a prática de ligações criminosas com o mundo das drogas. Os venezuelanos comemoram, e têm direito de fazê-lo, o novo momento, com o país retornando à democracia. Escolherão presidente legítimo e sendo livres para se expressar e agir. Dispensável dizê-lo, nenhum regime é melhor.
Jorge Lisbôa Goelzer, Erechim, via e-mail

Valores éticos

O articulista Alexandre Garcia no artigo “Trapezistas sem rede” (CP, 31/12/2025) foi feliz no diagnóstico da origem dos problemas, não só do judiciário, mas da política de modo geral, ao atribuí-los a valores éticos que deveriam ser inculcados na família aos jovens desde o berço. Contudo, nas altas esferas do judiciário e da política nacional, valores éticos parecem escassos e como temeriam a Deus se se julgam os próprios?
Augusto Langeloh, Porto Alegre, via e-mail

Respeito à lei

A Lei do Silêncio, NBR 10151, não é respeitada por um bar na rua Dr. Rodrigues Alves, na Chácara das Pedras, com um som acima do normal das 18h até meia-noite, quando chega a Guarda Municipal, que comparece mais tarde devido a altas demandas.
Heraldo Quesada, Porto Alegre, via e-mail