Do Leitor

Doação de órgãos, congresso e impunidade e ‘reclamação atendida’

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Doação de órgãos

A espera angustiante de mais de 3 mil pessoas na fila e que querem continuar a viver após receberem uma doação está terminando. É o que esperam os integrantes do 1° Simpósio de Doações de Órgãos e Transplantes do Rio Grande do Sul. O encontro é parte da campanha “O Amor Vive”, da Secretaria Estadual da Saúde. Entre os temas, estão o diagnóstico da morte encefálica, como otimizar a doação de órgãos e desafios no transplante de ossos, além dos avanços tecnológicos aplicados na Central Estadual de Transplantes, ética no processo de doação e modelos de capacitações. A ação, informa a Secretaria da Saúde, tem duração de um ano, com o objetivo de conscientizar a população. De um lado há a dor de uma perda e, do outro, a esperança de uma vida que irá continuar. É um ato de grande generosidade dos doadores e de suas famílias.
Lúcia Maria S. de Freitas, Porto Alegre, via e-mail

Congresso e impunidade

Nós, cidadãos brasileiros, que acreditamos que nossos problemas devem ser resolvidos em nossa casa, que não aceitamos bem a interferência de um governo estrangeiro nos ditando regras de conduta legal ou democrática, estamos sendo enganados pela ideia de um Congresso Nacional como representação popular. É afrontoso que sejamos distraídos pela crise entre oposição e o STF enquanto os presidentes das casas legislativas escolhem as pautas que tratam da proteção dos interesses corporativos de seus membros que, por acordo de lideranças ou interesses pessoais, votam leis isolando o Congresso do escrutínio da população que os elegeu. É escandaloso que se aprove uma PEC, que é uma mudança na Constituição brasileira para, entre outros absurdos, tornar secreto o voto dos representantes que nós elegemos, impedindo que façamos o que é nossa função: fiscalizar seus atos em assuntos de interesse da população brasileira e, em caso de discordância, não apoiar sua reeleição. Estamos perdendo a guerra contra a impunidade e a favor da transparência dentro do Congresso, infelizmente.
Alba Pereira Maranzana, Porto Alegre, via e-mail

‘Reclamação atendida’

Interessante a carta do leitor Daniel Diehl “Reclamação atendida” (CP, 29/9), em que ele elogiou uma atendente de call center, ou, no bom português, central de atendimento, ao finalmente conseguir falar com um ser humano e não com as inteligências artificiais, que não conseguem interpretar e resolver os nossos problemas com as operadoras. O leitor encontrou a solução ao fazer um teste com o site Reclame Aqui. No mesmo dia, teve o seu problema resolvido.
Lauder S. Santarrosa, Porto Alegre, via e-mail