Do Leitor

Duplicação da BR–290, reciclagem, jogos on-line e aprender a votar

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Duplicação da BR–290

No dia 3 de julho aconteceu, na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, um encontro para debater a duplicação da BR-290. Fizeram-se presentes ao evento deputados, prefeitos e vereadores da região. O assunto foi amplamente discutido. A duplicação da 290 faz-se necessária, mas há duas questões pertinentes ao longo da rodovia que devem ser sanadas o quanto antes: a buraqueira em que se encontra a pista, causando inúmeros transtornos para os motoristas, especialmente no horário da noite. Há buracos enormes na rodovia e o governo federal precisa resolver essa questão o quanto antes. E a segunda situação lamentável, que até agora continua sendo um problema para todos que utilizam a BR–290, diz respeito à obra inacabada da ponte do arroio da Bossoroca, já em conserto há mais de dois anos. Sobre a ponte, há apenas um lado liberado para o trânsito de veículos. O assunto cabe ao governo federal para que a obra seja concluída de uma vez por todas. O povo já está cansado de pedir providências. O que chama a atenção é que muitos políticos, representantes do povo em Brasília, passam com frequência pelo local e nenhuma solução foi tomada até o momento. Ficamos na esperança de que as coisas, de fato, aconteçam. Chega de promessas! Mãos à obra!
Guido Ávila, São Gabriel, via e-mail

Reciclagem

Excelente e instrutivo o artigo da engenheira ambiental Natália Pietzsch no CP de 21 de julho, sobre as vantagens do vidro em relação ao plástico pet das garrafas de refrigerante e outras embalagens. Salve o vidro e abaixo o Pet!
Charlie Eduardo Schwantes, Porto Alegre, via e-mail

Jogos on-line

As empresas de jogos on-line, cujos donos ninguém conhece, agora estão na mira da Receita Federal. O Congresso Nacional, ao invés de banir essas empresas, se finge de morto. O governo, ao invés de pensar em taxá-las, deveria impedir que mais jogos sejam jogados para a população. Já bastam as dezenas de jogos da Caixa. Clubes, jogadores, apresentadores, CBF, sendo patrocinados por essas empresas cujo CNPJ é desconhecido. Os donos não vivem no país e ninguém os conhece. Basta de hipocrisia na Câmara. 
Rafael Moia Filho, Bauru (SP), via e-mail

Aprender a votar

Atento às opiniões dos leitores Roberto T. da Silveira, na carta "Aprender a votar" (CP, 30/6), e Luiz Antonio dos Santos (CP, 5/7), digo também que, enquanto existir voto secreto no parlamento, não há como aprender a votar. Como é que iremos saber o que os nossos representantes votaram no Congresso?
Paulo R. T. Sousa, Porto Alegre, via e-mail