Educação básica
Espero que as autoridades ligadas à educação não oficializem a aceitação de reprovações para aprovar o aluno para o nível seguinte. Se ele não conseguiu ter um mínimo de conhecimento em uma disciplina no ano que cursou, como vai ter capacidade de assimilar novos conteúdos concomitantemente na nova etapa? Considero, experiência mais bem sucedida, a dinâmica da recuperação. Se falhasse numa ou duas disciplinas, tinha a chance de salvar o ano, em prova de segunda época. Se isso acarretava perder um pouco das férias, garantia o pleno aproveitamento na nova série, sem as lacunas que a falta de base traz para a construção sólida do conhecimento.
Alice Maciel, Porto Alegre, via e-mail
Realeza na COP30
Assisto, atento, à visita do príncipe William ao Brasil e sua louvável preocupação com o clima global, mas reflito: quem sustenta todos estes gastos reais? A Inglaterra é imperialista e subjugou vários países ao redor do mundo e o contribuinte britânico já paga muito pela carga tributária, idêntica à do Brasil, com impostos elevados dos mais pobres!
Carlos Alberto Garay Cardoso, Porto Alegre, via e-mail
Parcela de culpa
A respeito dos recentes acontecimentos relacionados ao combate à criminalidade, trago, para reflexão, texto do renomado e saudoso jurista baiano J. J. Calmon de Passos em artigo de 14/5/86, com título “Ninguém nasce marginal”: “A sociedade é quem fabrica os marginais que merece, negando aos que chegam à vida educação, teto, alimento e trabalho. A sociedade precisa assumir a parcela de culpa pela proliferação do banditismo”. Pelo dito, o problema da criminalidade é complexo e não se resolve simplesmente pelo uso da força.
Sebastião Cruz, Passo Fundo, via e-mail