Eleições
Está de parabéns o leitor Jaime Pacheco Alves (CP, 23/8) pela seriedade dos seus conselhos para as próximas eleições. Realmente, temos de nos lembrar que o futuro dos nossos filhos e netos começa a ser decidido no município onde vivemos. Por isso, não podemos entregar o nosso voto por dinheiro, ideologia ou por favores. Os candidatos moram na mesma cidade, são próximos, e devemos pesquisar sobre a sua formação, o seu caráter e se já ocuparam cargos públicos, o que fizeram e o que poderão fazer para melhorar a nossa cidade, nossa vida e a dos nossos filhos e netos. Tenhamos, como disse o leitor, a certeza de que o nosso voto trará melhorias e não o contrário.
Joaquim D. Soares, Porto Alegre, via e-mail
Demanda aos candidatos
Meus cumprimentos ao leitor do Correio do Povo Lauro Pfeifer (18/9) pelos seus questionamentos aos candidatos a vereador de Porto Alegre.
Cleidi Domingues, Porto Alegre, via e-mail
Restrições
Registros históricos dão conta de que, na Alemanha nazista, a população foi proibida de sintonizar emissoras de rádio estrangeiras, especialmente a rádio Londres, da Inglaterra, que se destacou transmitindo notícias sobre fatos desfavoráveis à ditadura nazista, durante a Segunda Guerra mundial. A punição para quem fosse flagrado, ou mesmo denunciado ouvindo tais emissoras, era a prisão. Consta que integrantes da chamada Resistência Francesa, durante a ocupação da França, corriam sérios riscos, inclusive de execução da própria vida, se obtivessem informações através daquele meio de comunicação. Espera-se que tal tipo de imposição não volte a prevalecer no mundo livre.
João Nelson Paim Filho, Itapema (SC), via e-mail
Escolas cívico-militares
Incrível: o Cpers, por ser ideologicamente contra as escolas cívico-militares, pediu na Justiça a proibição delas, ou seja, não basta ser contra, é necessário também proibi-las para todos, inclusive para os que lhes são favoráveis. Depois, estes professores alegam serem defensores da democracia, da liberdade.
Luiz Serpa, Novo Hamburgo, via e-mail
IPTU
O valor real originário da compra de um imóvel é lançado como valor venal e, sobre ele, é cobrado o IPTU corrigido anualmente pela inflação, o que é normal. Aumentar o valor venal porque a região se valorizou pode significar a expulsão de famílias que adquiriram um imóvel de baixo custo numa região que, agora, por acaso, aumentou seu valor. Tenho remota lembrança de viúvas que, não suportando aumentos (na avenida Carlos Gomes, por exemplo), foram obrigadas a se mudar. Considero injusto aumentar o valor venal. No Imposto de Renda, sempre consta o valor da aquisição, até que se proceda a venda ou doação. É uma opinião comungada por muitos.
Décio Antônio Damin, Porto Alegre, via e-mail