Em defesa da sociedade
Estou em acordo com a presidente da Associação dos Servidores do Ministério Público, Carmen Pasquali, quando diz no artigo “O Ministério Público e a defesa da sociedade” (CP, 5/8)que quando os mais vulneráveis são atingidos por agressões, são vítimas de maus-tratos, ou quando crime avança sobre eles – não estarão sós ou desamparados. O MP vai estar junto, atuando na defesa de direitos como saúde, meio ambiente, educação, consumidor, idosos, crianças e adolescentes. Pasquali informa que o MP está presente em várias situações do dia a dia sem que grande parte das pessoas perceba. Aqui no RS, por exemplo, o MP está presente em 165 comarcas, tendo realizado um trabalho de mais de 67 mil denúncias criminais, mais de 155 mil procedimentos e atuação em mais de 1 milhão de processos cíveis. São números, segundo a promotora, que revelam a força de uma estrutura sustentada não só por promotores e procuradores, mas por servidores, sem os quais o Ministério Público não funcionaria com a mesma eficiência.
Renato B. de Sousa, Porto Alegre, via e-mail
Estados paralelos
Concordo com o Rogério Mendelski de que a programação da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a COP30, errou em organizar este grande evento em Belém do Pará. A cidade não está preparada para receber 50 mil participantes e já está demonstrando que há falta de infraestrutura. Delegações de vários países estão pedindo cancelamento do evento e já há sugestões de que o Rio de Janeiro divida o evento e hospede chefes de Estado e embaixadores. Além disso, também revelou que na Amazônia existem três estados paralelos. O primeiro é o da União com os estados e as prefeituras, o segundo do crime organizado e do narcotráfico, e o terceiro das ONGs. Todos formam um real estado paralelo. Dá para imaginar?
Sandra Luzia de I. Cidades, Porto Alegre, via e-mail
Pouco sono x imunidade
Está com a imunidade baixa? Você pode estar dormindo pouco. Interessante a reportagem da página de Saúde e Bem-Estar (CP, 4/8) de que 72% dos brasileiros sofrem de doenças como a apneia, distúrbios de comportamento e insônia. E certamente relacionados ao uso excessivo do celular, pois sacrifica horas de sono. Segundo o pneumologista Eduardo Garcia, médico do laboratório do Sono do Hospital Santa Casa de Porto Alegre dormir contribui para a limpeza de impurezas do cérebro. Também nos auxilia na produção de hormônios, regula a atenção, a memória, o reconhecimento de estresse e a imunidade.
Elenara L. de Souza, Porto Alegre, via e-mail