Emendas parlamentares
Ninguém ignora, muito menos os investidos nos cargos, os três poderes da República com suas atribuições plenamente definidas. Ao Executivo, a denominação já indica, executar as importantes tarefas necessárias à população. Atuação de grande amplitude, sem interferir no reservado aos outros poderes. É quem, obviamente, lida com numerário, resultante dos tributos. Ao Legislativo, missão precípua, legislar, aprovando ou rejeitando projetos de leis, fiscalizando o poder Executivo e, como natural, na medida em que os parlamentares representando os mais diversos segmentos, propor medidas a serem atendidas, exigindo e dando transparência, nos estados e municípios. Não é sua função lidar com valores, ainda que responsável pela aprovação do orçamento público. Pois bem. Ao longo de muito tempo, comprometendo a função, desabonando os operosos parlamentares, denúncias de dificuldades em análises de projetos porque emendas não liberadas. Inclusive agora em que projeto de corte de gastos, ao que amplamente noticiado. Parece-nos que a possibilidade de tais emendas é altamente desgastante. Claro que os parlamentares almejam, por razões óbvias. Tamanha a significação da possibilidade de liberações que, não raro, certas regiões se preocupam em eleger representantes atentando, quase que exclusivamente, para essa circunstância. Até quando será mantida a condição, com discussões como na atualidade?
Jorge Lisbôa Goelzer, Erechim, via e-mail
Voluntários
“Descobri que existem heróis”, diz escultor de obra que homenageia voluntários das enchentes em Porto Alegre. Deve ser emocionante produzir esta obra de tanta beleza e importância. Parabéns ao artista e a todos homenageados.
Paula Regina de C. Lovato, Porto Alegre, via Instagram
Estuário
Na tentativa de contribuir com o leitores Lúcio Borges (CP, 7/12) e Cleci Furlan Muller (CP, 10/12), informaria que o nome Guaíba foi dado pelos índios que habitavam a região antes da colonização e, na linguagem dos silvícolas, significa “o lugar onde o rio se alarga”. Mas o curso de água que banha Porto Alegre não parece ser um rio e certamente não é um lago, porque não é cercado de terra por todos os lados. Ao receber quatro afluentes, o Guaíba se aproxima mais da definição de estuário. Inclusive, compus uma trova sobre o tema: “Esperto o especulador / Pensa que sou otário / Chama lago sem temor / Guaíba, um estuário”.
Sérgio Becker, Porto Alegre, via e-mail
Capotagem
“Veículo capota e cai do corredor humanitário em Porto Alegre.” Está horrível a entrada de Porto Alegre. A obra está inacabada sete meses depois. E ainda não fizeram nova passarela para pedestres.
Joana Margarete Ramos Martins, Porto Alegre, via Instagram
Insegurança
Sinto-me ainda inseguro com a violência nas ruas. Ainda teremos soluções para isso?
Renato B. de Sousa, Porto Alegre