Do Leitor

Enfrentamento da crise, 'by, by, Brasil', arbitragens do Mundial, adote um escritor.

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais.

Enfrentamento da crise

Anunciar rombo orçamentário, como quase diariamente, gera na compreensão de todos nós, pobres mortais, enorme inquietação. Como sempre, a lamentável expectativa de que tenhamos mais encargos, pois sempre é procedimento fácil do governo. Em não gerando receita, mas se mantendo com o resultado dos impostos, a primeira providência, diante das dificuldades, haveria de se situar no campo da redução do custo operacional da máquina administrativa, de pronto diminuindo ministérios e órgãos equivalentes, mexendo nas emendas parlamentares, até as extinguindo, e de outras despesas. Jamais criação ou aumento de tributos. Importante que todos os agentes políticos, inclusive os integrantes do Congresso Nacional, reiteradamente afirmando inexistente espaço para mais encargos à população. Mas ninguém propõe medidas que levem a menos gastos. Curiosamente, aliás, o presidente da Câmara Federal, agora no embate em torno do IOF, afirma: “Vamos repor aquilo que seria arrecado sem onerar o setor produtivo e a nossa população”. Como será o milagre? Até pensamos que falaria sobre as discutidas emendas parlamentares. Mas não. Afinal, faltando coragem em equilibrar a situação financeira, que todos almejamos, sem onerar os sofridos contribuintes?
Jorge Lisbôa Goelzer,, Erechim, via e-mail

'By, by, Brasil'

Vejo que 42% dos gaúchos estão atrasando as contas de água, luz, fone e internet. Faço uma compra numa loja com sete funcionários e sou o único comprador durante uns cinco minutos. Depois, num supermercado de bairro, a senhora na minha frente no caixa abre a bolsa para pagar a conta e mostra uns sete cartões. Só no terceiro consegue pagá-la a crédito. Dia seguinte, num supermercado de rede o senhor na minha frente no caixa compra somente um pacotinho com três cacetinhos e paga R$ 3,20 a crédito com o cartão. Começo a sentir-me na Venezuela e penso em refugiar-me na Argentina. Mas, dia seguinte, sou atingido pelo petardo da taxação de 50% de Donald Trump. Talvez seja melhor aprimorar meu inglês de segundo grau e rumar para o Norte. Afinal, como se dizia na Década de 70, “o último a sair, apague a luz”.
Sérgio Becker, Porto Alegre, via e-mail

Arbitragens do Mundial

As arbitragens deste Mundial de Clubes organizado pela FIFA deixaram muito a desejar. Assisti a vários jogadores agredindo os adversários e nem cartão amarelo receberam. No dia 8, o Fluminense foi “garfado” pelo assoprador do apito e pelo VAR. Ora, o VAR era composto por profissionais europeus que anularam de modo escandaloso a infração. Até na Conchinchina viram que foi falta máxima ou, melhor, pênalti.

Heraldo Quesada, Porto Alegre, via e-mail

Adote um escritor

O projeto “Adote um Escritor” em Porto Alegre é uma iniciativa exitosa da Secretaria Municipal de Educação Alegre (Smed) e a Câmara Rio-Grandense do Livro (CRL). Os alunos trabalham em sala a obra dos escritores escolhidos e, posteriormente, o próprio autor comparece na escola para um fechamento do trabalho. Precisamos de mais projetos similares. A leitura muda vidas e amplia horizontes.
Orlando P. Silveira, Porto Alegre, via e-mail