Do Leitor

Ensino EAD, para refletir e trânsito e multas

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Ensino EAD

Escrevo esta carta para expressar minha profunda preocupação com a recente mudança do sistema de ensino a distância (EAD) para um modelo misto, que combina aulas presenciais e on-line. Embora compreenda a intenção de aprimorar a experiência educacional, acredito que essa transição irá prejudicar gravemente muitos alunos, especialmente aqueles que trabalham, estudam e têm filhos pequenos. A flexibilidade do ensino totalmente a distância é crucial para a rotina desses alunos. Ela lhes permite conciliar as responsabilidades profissionais, familiares e acadêmicas de uma maneira que o modelo híbrido simplesmente não permite. Para muitos, a necessidade de comparecer a aulas presenciais em horários fixos representa um obstáculo insuperável, devido à impossibilidade de deixar o trabalho, encontrar quem cuide das crianças ou lidar com os custos e o tempo de deslocamento. O sistema EAD tradicional proporcionou a oportunidade de buscar aprimoramento profissional e pessoal, algo que, sem a flexibilidade que ele oferece, seria inatingível. A volta a um sistema com exigências de presença física obriga a escolher entre a educação e as responsabilidades que sustentam as famílias, uma escolha que ninguém deveria ser forçado a fazer. Por isso, peço que reconsiderem essa decisão e retornem ao método totalmente a distância. Seria a atitude mais sensata e justa para com os alunos que dependem dessa modalidade para continuar seus estudos.
Vitório André Muncio, Viamão, via e-mail

Para refletir

É difícil entender o porquê de obras de prioridade máxima, a exemplo da entrada e saída de Porto Alegre. Após fazer estudos, orçar, programar, por que não é feita uma força-tarefa para concluir em um período menor, aproveitando dias perfeitos de sol? O mesmo ocorre com as obras de contenção da avenida Ipiranga, ou a restauração do viaduto da avenida Borges de Medeiros. Esta obra se arrasta por mais de um ano! Parece que pouco se importam com os congestionamentos, desperdício de tempo e um estresse de toda a cidade. Quem sabe, é hora de mudar.
Daniel Diehl, Porto Alegre, via e-mail

Trânsito e multas

Alguns dizem que há uma suposta indústria da multa e que o propósito é a arrecadação voraz. Uma coisa é certa, os acidentes que causam centenas de mortes não diminuem e tendem a aumentar. É fato. Também o número de radares móveis, câmeras e equipamentos fixos aumentou. Dá medo sair para as estradas como a RS 122, que leva boa parte dos turistas para a Serra. Se aumenta a fiscalização e aumentam as tragédias no trânsito, algo está errado.
Edson Mendes, Caxias do Sul, via e-mail