Epidemia de HIV
Estudo inédito realizado pelo Hospital Moinhos de Vento revelou que na macrorregião metropolitana de saúde do RS, envolvendo 11 municípios, Alvorada, Cachoeirinha, Canoas, Esteio, Gravataí, Guaíba, Novo Hamburgo, Porto Alegre, São Leopoldo, Sapucaia do Sul e Viamão, uma a cada 50 pessoas está com HIV, cuja prevalência é de 1,64%, encaixando-se em uma epidemia generalizada, segundo a Organização Mundial da Saúde (CP, 8/8). Das pessoas testadas como positivas, um terço não sabia que tinha o vírus, evidenciando que a transmissão é silenciosa. No RS, Porto Alegre lidera a maior taxa de mortalidade por HIV no Brasil. Sou leiga, mas isso mostra que não nos livramos do vírus, ele sempre esteve por aqui. Significa também que precisamos de mais informações como essa do Correio do Povo, pois é necessário que mais pessoas sejam testadas, pois os sintomas só aparecem quando as pessoas começam a ter Aids.
Bianca S. Napoli, Porto Alegre, via e-mail
Imigrantes alemães
Oportuna e justa a publicação da matéria "História dos imigrantes alemães" no caderno Arte & Agenda (CP, 4/8). O texto enfoca o lançamento do documentário "Ora e Trabalha", que conta a saga das famílias imigrantes germânicas Kepler, Stillner e Neizke. O texto relata, ainda, o lançamento da segunda edição do livro “Forjados pelo fogo”, de Astrid Keppler Neizke. É o justo reconhecimento destes verdadeiros heróis que ajudaram a construir o nosso Rio Grande do Sul.
Gilberto Jasper, Porto Alegre, via e-mail
Ferrovia P. Alegre-Gramado
Sou um otimista quando o assunto é a implantação de ferrovias. Fiquei entusiasmado quando li sobre a oficialização da primeira autorização do país para implantação, operação e exploração privada de ferrovia estadual destinada a transportar passageiros de Porto Alegre a Gramado, cruzando por 19 municípios (CP, 8/8). Fui, quando jovem, useiro e vezeiro das estradas de ferro do RS nas décadas de 60 e 70. Lembro-me de ter viajado nas Marias-Fumaças e nos carros-motores, até os saudosos trens húngaros. Para matar a saudade, utilizo muito o trensurb. Espero que esta ferrovia saia do papel e realmente tenhamos de volta uma ferrovia estadual.
Renato B. de Sousa, Porto Alegre, via e-mail