Do Leitor

EPTC urgente, ajuda, ‘gatunagem’ e casa do artista

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

EPTC urgente

Na semana passada, registrou-se o enésimo acidente de trânsito na esquina das avenidas Bagé com Carazinho, no bairro Petrópolis, em Porto Alegre. Um guard rail, localizado ao lado de um restaurante e defronte à farmácia, está avariado há um ano devido a uma colisão. O tráfego no local é intenso, inclusive com o itinerário de duas linhas de ônibus. É preciso que a Empresa Pública de Transporte e Circulação adote uma ação urgente porque são frequentes as batidas, inclusive com feridos.
Gilberto Jasper, Porto Alegre, via e-mail

Ajuda

As florestas, as matas, são um bem da humanidade. As nossas florestas estão no território brasileiro e o nosso governo é quem deve zelar por elas. O objetivo, claro, é o bem maior para o ecossistema do planeta, pois estamos todos interligados. O efeito das queimadas têm efeito maior no Brasil, mas afeta o mundo todo. Difícil entender por que estão todos calados, simplesmente sumiram. A floresta é apartidária e está pedindo ajuda.
Daniel Diehl, Porto Alegre, via e-mail

‘Gatunagem’

Ao ler no “Há um século no Correio do Povo” (CP, 11/9) sobre a “gatunagem” nas ruas Demétrio Ribeiro e Lima e Silva, na Cidade Baixa, me veio a lembrança de um caso acontecido em 1954, quando fizeram uma “limpa” em nosso galinheiro. Meu pai foi dar queixa no distrito policial e voltou furioso, pois o policial que o atendeu contemporizou dizendo que na casa dele, policial, deixaram um bilhete com os dizeres: “Ficou um galo e uma galinha para começar nova criação. Até mais”.
Heraldo Quesada, Porto Alegre, via e-mail

Casa do Artista

Em 2023, visitei a Casa do Artista em Porto Alegre. Na entrada, um jardim com árvores e um gramado bem cuidado. Mas a casa carecia de alguns cuidados para ficar mais aprazível. O morador que nos recebeu, único naquele momento, dedicava-se a cuidar do local. A casa, que já abrigou muitos artistas, hoje possui talvez não mais que três ou quatro moradores. Dentro dela, uma bela pintura na parede chamou-me atenção. No vão superior encontravam-se os dormitórios. Pensei que poderia abrigar mais artistas para que houvesse maior aproveitamento do local. Está, me parece, esquecida da grande e bela Porto Alegre.
Nety Maria Heleres Carrion, Porto Alegre, via e-mail