Era dos extremos
O tornado que atingiu o estado do Paraná é mais uma prova de que são necessárias ações concretas e investimentos pesados para lidar com os extremos climáticos. Tivemos um furacão que assolou a Jamaica, um tufão sacudiu as Filipinas, causando mais de 180 mortes, e outro com o mesmo nível de destruição no Vietnã. E agora esse tornado que devastou a cidade de Rio Bonito do Iguaçu, na última sexta-feira, com seis mortos e 800 feridos, um dos mais intensos ocorridos no país, aponta a meteorologista Estael Sias na coluna “Um tornado monstruoso” (CP, 10/11). Segundo a Escala Aprimorada de Fujita, o vento varreu a cidade com uma velocidade de 250 km/h a 300 km/h, um dos mais violentos do planeta. E é essa a responsabilidade do Brasil na presidência da COP30 com os demais negociadores. É fundamental que se deva reduzir as emissões de gases do efeito estufa, mas as cidades também precisam de investimentos de monta e urgentes para aumentar a capacidade de lidar com esses eventos extremos.
Alberto W. da Silva, Porto Alegre, via e-mail
Corredor humanitário
Construído para garantir o abastecimento de Porto Alegre durante a grande enchente de 2024, o trecho que liga a avenida Castelo Branco está pronto com um mês de antecedência. Na vistoria realizada no final da semana passada, também foi definida a demolição do que restou da antiga passarela da Estação Rodoviária. Para o prefeito Sebastião Melo, a estrutura tem mais segurança e melhorias na mobilidade. A demolição da antiga passarela deverá ocorrer até o final deste mês, indicou o secretário de Obras do município, André Flores. A Prefeitura de Porto Alegre está de parabéns por finalizar mais uma obra na entrada da Capital.
Marina T. Gonçalves, Porto Alegre, via e-mail