Escolas cívico-militares
Na edição de sábado, dia 15, o Correio do Povo noticiou que o governo do Rio Grande do Sul vai manter as escolas cívico-militares, ao contrário do que anunciou na semana passada o Ministério da Educação (MEC). Temos no estado 18 instituições estaduais que aderiram ao Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim). Dos EUA, onde cumpre agenda, o governador Eduardo Leite confirmou que o governo gaúcho vai manter o programa.
Armando G. Souza, Porto Alegre, via e-mail
Rendimento escolar
Mais uma mazela do novo governo, o encerramento das escolas cívico-militares. A que ponto chega o ódio. As escolas que apresentavam rendimento escolar muito acima de qualquer outra, com método, organização, disciplina, serão fechadas. Os critérios adotados para essa medida o povo desconhece. O Brasil, no ranking nacional e internacional de avaliação educacional, está nos penúltimos lugares. Mantenha-se a ignorância para melhor manipular.
Zuleika de Oliveira Leite, Porto Alegre, via e-mail
Foz do Amazonas
Tenho perguntas a fazer aos dirigentes da Petrobras: por que mexer na foz do Amazonas, um paraíso ecológico que será destruído se esse intuito for levado a cabo? Pelo que temos visto, a Petrobras põe dinheiro na pesquisa e, se houver petróleo, na delimitação de poços, aí vem a choradeira de sempre: "Não há dinheiro para a produção do petróleo que foi encontrado". Aí fazem o leilão dos poços por um valor que não repõe o que foi gasto. As multinacionais que ficarão com o lucro e o Brasil com a área destruída pela agressão ao meio ambiente. Quem ganha com isso? Retomem os poços doados às multinacionais e fim! Deixem a foz do Amazonas em paz!
Jairo da Silva, General Câmara, via e-mail
Culpados
Lemos muitas reclamações todos os dias nesta coluna sobre aumentos, corte de pensão após a morte, vantagens em prol de privilégios dos políticos e mandantes deste país, o caminho à ditadura que estão nos levando, sem falar em educação e saúde que estamos falidos e aumento de impostos que com certeza virão com a reforma tributária. Os maiores culpados de tudo isso somos nós mesmos que ficamos sem fazer nada contra. Aplastados em berço esplêndido.
Mario Pizzutti, Porto Alegre, via e-mail
Maldade
A miséria está maior que antes de 2023. É visível. Os moradores de rua ajeitam seus pertences em vãos protegidos pela cidade e saem para juntar os recicláveis que as classes A, B e C entulham os contêineres. Na minha rua, os garis recolheram um desses fardos de cobertores, plásticos e pertences de um desses moradores, deixando-o só com a roupa do corpo, molhada. Eles cumprem as ordens de seus superiores para resolver esse problema social?
Eri T. Bellanca, Porto Alegre, via e-mail