Do Leitor

Esquecimento, origem do mate, esperança e estátua na orla

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Esquecimento

Na busca das palavras certas para definir o título de uma reportagem, artigo ou coluna, os autores encontram aquelas que definem o texto a ser escrito. Estou falando sobre a coluna de Taline Oppitz desta quinta-feira, 18: “Congresso despudorado aposta no esquecimento do eleitorado”. Segundo a colunista, não é a primeira vez que a Câmara dos Deputados prioriza os seus interesses, aprovando propostas nada republicanas, as quais não dialogam com os cidadãos e contribuintes, tampouco com o país. A aprovação da PEC da Blindagem, que protege aqueles que cometem crimes e delitos, e a retomada do voto secreto desdenham os eleitores e apostam, como sempre, no esquecimento do eleitorado. O título, que contém as palavras “despudorado” e “esquecimento”, sintetiza perfeitamente o texto principal.
Rubens G. de Souza, Porto Alegre, via e-mail

Origem do mate

Os indígenas da etnia Mbyá Guarani reafirmaram sua identidade realizando o primeiro carijo, que trata da disposição dos ramos da erva-mate, dissecados pelo calor. Segundo a reportagem (CP, 18/9), o chimarrão, símbolo da cultura gaúcha, reencontra suas origens no conhecimento dos povos indígenas, reafirmando as atribuições ou funções dos povos originários na formação dos gaúchos. O carijo precisa de tempo e dedicação, o que inclui a coleta e a seleção de ramos da erva-mate, que passam pela chamada sapecagem, sob um braseiro, acima do fogo de chão. Finalmente, ocorre a separação das folhas secas e a moagem em um pilão antes de sorver um bom mate gaúcho.
Marialva W. Schmidt, Porto Alegre, via e-mail

Esperança

Hoje é um novo dia de um novo sol. Dia de alegria que ilumina as trevas do pensamento, com mil desejos de encontrar o canto que vive e reproduz mil sopros de luzes. Junta-se às aquarelas e se bifurca em melodias para eternizar a seara de palavras, que brilha numa nota só e participa dessa jornada. Dessa joia poética, com toda a vivacidade que exige esse cantar. Um cantar de alegria no templo das emoções. Coisas que se juntam a nós para pintar aquarelas com as cores e os gestos que dão forma ao pensar. Me regozijo com o mundo que nos remete às delícias da mocidade. Pura emoção, convívio, carinho. Esperança de um mundo cada vez melhor de doação, para si e para o outro.
Nety Maria Heleres Carrion, Porto Alegre, via e-mail

Estátua na orla

Concordo com o leitor Marcos Herrmann (CP, 17/9) sobre levar a estátua de Bento Gonçalves para a rótula da nova orla do Guaíba. Ela seria valorizada e serviria de adequada moldura aos desfiles de 20 de Setembro e ao Acampamento Farroupilha.
Adroaldo L. de Lima, Porto Alegre, via e-mail