Falta de habitações
A Organização das Nações Unidas, via Refugiados, providenciou mais de 350 casas modulares para que as famílias possam pelo menos ter um convívio mais pacífico do que o amontoado nos abrigos. Que se juntem governos federal e estadual e liberem para essas casas da ONU, a fundo perdido e com isenção de impostos da linha branca, uma geladeira, um fogão, um botijão de gás e um tanquinho para que possam continuar suas vidas.
José Pedro Naisser, Curitiba (PR), via e-mail
Tragédia anunciada
Num dia, o presidente Luís Inácio vocifera novamente contra o presidente do Banco Central. No outro, o dólar bate recorde e sobe para R$ 5,70. Daí, o ministro da Fazenda anuncia um corte de gastos e conquista pequena redução do dólar. Mas este corte de quase R$ 30 bilhões não atingirá nenhum privilegiado desta República. Será aplicado nos chamados gastos obrigatórios. O que quer dizer que o povo terá ainda menos educação, menos segurança e menos saúde pública. O que também quer dizer que os segurados do SUS, ao invés de esperarem por um ano e meio por uma cirurgia ou por uma consulta com especialista, terão que amargar uma espera de no mínimo três anos, se resistirem vivos. Assim, o Brasil, que era o país da piada pronta, agora passa a ser o país da tragédia anunciada.
Sérgio Becker, Porto Alegre, via e-mail
Reforma
“Plano Real: 30 anos de estabilidade econômica.” Já está precisando de uma reforma novamente. A inflação está sem freios e o poder de compra cada vez menor, que está caminhando para um não poder de compra.
Tales Augusto Resende, São João del Rey (MG), via Instagram
Dragagem
Concordo com o leitor Lucas Martinazzo (CP, 8/7). O governo do Estado e a prefeitura deveriam providenciar locais que não alagassem todo o ano e não trouxessem tristeza e angústia aos moradores da Ilha da Pintada.
Alberto W. da Silva, Porto Alegre, via e-mail