Do Leitor

Feminicídio e desinformação.

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais.

Feminicídio

Em pleno mês dedicado às mulheres, haveria de materializar comemorações, especialmente dia 8, quando Dia Internacional da Mulher, questionamentos intensos sobre como estabelecer equilíbrio entre os gêneros feminino e masculino. Nenhuma razão, muito menos compreensão, para a atualidade. Sem dúvida que nos últimos tempos, não apenas o exagero neste ano, estamos vivenciando injustificável e inexplicável retrocesso. Se ao longo do tempo disparidade no tratamento laboral, no exercício de atividades idênticas menor remuneração à mulher, em determinadas áreas, hoje ainda persistindo, embora em escala menor, é certo que a violência física não escancarada e crescente como agora. Legislação avançada temos para punições, em alguns municípios do país, delegacias de polícia especializadas e ainda casas de acolhimentos, mas não suficientes, ao que constatamos. Sem abandonar as medidas de punições e proteções, até as aperfeiçoando, campanhas intensas, esclarecendo e motivando, começando nos educandários onde nossos jovens em preparação, também nas entidades públicas, privadas e nos veículos de comunicações, ainda buscando apoio dos clubes de serviços, Lions e Rotary, criando novo ambiente nas relações, quem sabe até com slogan forte: “Ninguém é dono de ninguém”. Enfim, cessar a prática de feminicídios, caminho que temos de percorrer. Seres pensantes, mulheres e homens, estejamos juntos.
Jorge Lisbôa Goelzer, Erechim, via e-mail

Desinformação

Julguei pertinente a observação de um comentarista de TV sobre a importância da informação profissional passada pelos meios de comunicação da imprensa escrita e falada. As informações veiculadas por outras formas, como as redes sociais, em sua maioria, estão a serviço de grupos, facções e malandragem de todo tipo. Por questão de educação e cultura, as pessoas precisam ser orientadas a verificar de onde vem e a quem interessa essa avalanche de boatos e de desinformação.
Sebastião Cruz, Passo Fundo, via e-mail