Do Leitor

Feminicídio, seleção Argentina e as cheias.

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Feminicídio

É um crime passional, primitivo, irracional, incoercível e parece aumentar quanto mais se fala nele! Aumentar as penas não resolve pois quem o pratica não pensa nisso! Afastar o agressor e impedir a aproximação seria o ideal, mas é, na prática, irrealizável de maneira significativa por nossa absoluta incapacidade de resolver em grandes números! Registrar a ocorrência e voltar para casa pode até agravar o conflito! Tentar evitar a aproximação com tornozeleiras é uma boa prática, mas insuficiente! Mudar de nome, profissão, endereço e albergar seria o ideal! Muitos casos de feminicídio são, contudo, a primeira agressão!! Mesmo educando sempre resta algo primitivo e irracional no ser humano! É uma triste realidade animal que não conseguiremos contornar de forma absoluta! De qualquer maneira não podemos desistir! Decio A. Damin, Porto Alegre

Seleção Argentina

Não somos infalíveis, circunstância que justifica quando sempre buscando acertar, erramos. Atitudes almejando o correto, caminho que todos perseguimos, sempre elogiável e, reconheçamos, quando não alcançado extraíamos lição para rever a estratégia. Diferente, claro, de quando praticamos o pior sabendo o que sendo feito! A seleção Argentina, modesta em qualificação, mas com garra, entrega total em campo, exemplo a ser seguido, logrou êxito, chegando ao título de vice-campeã. Contudo, fora dos gramados, por vezes até neles, não é a primeira vez, quiçá seja a última, praticou cenas deprimentes. Além da violência, no momento da premiação à Espanha, que foi muito superior, seus jogadores, tendo como capitão o Messi, postaram-se de costas para a vencedora. Lamentável desrespeito. Deviam ter conhecido a célebre colocação do respeitável técnico Dino Sani: “No futebol se ganha, se perde ou se empata”. Oportuno que os Hermanos reflitam sobre a frase!

Jorge Lisbôa Goelzer, Erechim

Sobre as cheia em São Jerônimo

Triste reviver esse trauma.

Luana Schönhofen, São Jerônimo