Feminicídios e insegurança
A leitora Marina T. Gonçalves (CP, 22/1) tem toda e absoluta razão ao estar temerosa com relação aos homicídios e principalmente aos assassinatos de mulheres por questão de gênero, os chamados feminicídios, no Rio Grande do Sul. Estes crimes, difíceis de serem percebidos até por familiares das vítimas, estão aumentando desproporcionalmente. A média, em 21 dias, é de uma mulher morta a cada 32 horas, e ainda falta pouco mais de uma semana para terminar o mês. Em coletiva na quarta-feira, a delegada e diretora da Divisão de Proteção e Atendimento à Mulher, Waleska Alvarenga, disse que é fundamental que as mulheres solicitem a medida protetiva de urgência (MPU) na Polícia, para quebrar de vez um ciclo de violência motivado por longos períodos de machismo tóxico. A Polícia Civil e a Brigada Militar estão trabalhando e precisam da ajuda de todos. Denunciem, peçam socorro. As mulheres têm de ser protegidas. Chega de tantas mortes!
Ana Lúcia B. Souza, Porto Alegre, via e-mail
Dunas de Cidreira
Belíssima a capa do Correio do Povo desta quinta-feira, 22/1, exibindo “os charmosos” Lençóis de Cidreira. A paisagem é única com a vegetação costeira, a praia, os cataventos e os lençóis. Lembro muito bem que as areias começavam no balneário de Pinhal com seus lagos, algumas dezenas de anos atrás, e se perdiam de vista para o norte, na direção de Cidreira. Eram passeios inigualáveis quando nos sentíamos “quase” perdidos na imensidão dos cômoros ou dunas de areia entre o mar e as lagoas. Inesquecível.
Clara de Sousa, Porto Alegre, via e-mail
Controle de ratos
A prefeitura fez o controle de roedores na Praça da Matriz (CP, 15/1), com aplicação de raticida em bueiros, tocas, canteiros e árvores. Estejamos atentos.
João da Veiga, Porto Alegre, via e-mail