Ferrovias sucateadas
Mais uma vez temos que externar nossos cumprimentos à carta do engenheiro Carlos Rodrigues Ribeiro (CP, 5/2), que dá um panorama claro do que acontece com o transporte ferroviário sucateado no Rio Grande do Sul. Nossos governantes, por interesses próprios e particulares colocam o produtor e o consumidor como reféns de uma matriz de transporte equivocada e absurda em termos de preços. Qualquer cidadão com conhecimento mediano sabe que o frete representa quase 20% do Produto Interno Bruto (PIB) e quem lucra com isso são os empresários das transportadoras e pneus, há décadas. Nossos produtos perdem competitividade de forma criminosa, desequilibrando toda a cadeia produtiva e financeira do país. Inquestionável dizer que a falta de seriedade e responsabilidade de nossos governos e políticos sustentando esta omissão, principalmente na poluição do meio ambiente que alimenta o caráter lesivo à sociedade.
Marcelino Pogozelski, Porto Alegre, via e-mail
Estradas do RS
Lendo o CP do dia 10, tomei conhecimento do artigo escrito pelo secretário Juvir Costella sobre a reconstrução de pontes e estradas no Estado, “Um Rio Grande ainda mais forte e resiliente”. Gostaria de saber se o secretário transitou pelo trecho Soledade–Barros Cassal descendo pelo menos até o entroncamento com a RS 287. Se não, aconselho a verificar o lastimável estado dessa alternativa importante de acesso ao porto de Rio Grande, mormente agora que se aproxima a época da safra.
Euclides S. Pires, Erechim, via e-mail
Mais uma
No país de tantas falcatruas, mais uma e em desabono aos que trabalham honestamente. Alguns motoristas de aplicativos, quando o pagamento é em dinheiro, pegam o pagamento e não encerram a corrida. Quando o usuário vai chamar novamente um aplicativo, aparece o valor de uma dívida que ele não fez e, se ele não pagar, não consegue chamar o aplicativo. Recorrer normalmente não dá em nada e resta a alternativa de pedir, na hora, para encerrarem a corrida, o que até constrange os bons motoristas e o próprio usuário. É dura a vida nesse país, tão cheio de vigaristas.
João Macedo, Itaqui, via e-mail
Falta de respeito
Temos vários clássicos no futebol como Gre-Nal, Caju, Brapel, Baguá. Faço um pedido à Federação Gaúcha de Futebol que, quando tiver clássico, traga um árbitro de fora. Tenho visto vários equívocos de marcação de faltas e pênaltis e falta de respeito dos atletas ao juiz da contenda e não ganham cartão amarelo.
Heraldo Quesada, Porto Alegre, via e-mail