Fim da emergência
O alerta máximo da Organização Mundial da Saúde (OMS) declarado para o surto do novo coronavírus no final de janeiro de 2020 foi finalmente retirado no dia 5 de maio de 2023, três anos e quatro meses da mais devastadora pandemia deste século (CP, 6/5). No entanto, essa classificação não significa o fim da doença, que infectou no Brasil mais de 37 milhões de pessoas e 701,4 mil mortes até o dia 26 de abril. No mundo, a doença provocou mais de 765 milhões de casos e quase 7 milhões de mortes. No entanto, os cuidados devem permanecer, pois há variantes da Covid-19 como a ômicron e subvariantes como a BQ.1, que trazem um sinal de alerta por serem mais transmissíveis do que cepas anteriores. A tendência de queda, conforme a OMS, ocorreu principalmente devido à vacinação. Não nos esqueçamos da vigilância, do uso de máscara e de nos vacinarmos.
Alberto W. da Silva, Porto Alegre, via e-mail
Mulheres pedem providências
Atualmente discute-se como as mulheres são tratadas no mundo e, principalmente, em nosso país pelos homens: como objeto de posse sofrem agressão psicológica e física, podendo levar-lhes à morte, caracterizando o feminicídio. Este é causado, muitas vezes, pela separação, devido a séries de maus-tratos contra as companheiras, com agressões e gritos, vindo a afetar seu psicológico. A história do mundo, querendo ou não, mostra que mulheres serviam para cuidar da casa, fazer a comida e para serem objetos sexuais, sendo desvalorizadas e reprimidas. Em contrapartida, hoje elas vêm conquistando muito espaço, embora ainda haja muito machismo na sociedade, o que vem impedindo-as de terem liberdade e segurança. Assim sendo, muitos crimes ficam impunes, deixando homens livres para continuarem matando. Quantas mulheres vão precisar morrer para a sociedade e os governos tomarem providências?
Lucas Maiche Pereira, São Lourenço do Sul, via e-mail
Gosto ruim na água
A estiagem às vezes faz com que apareçam algas que alteram o gosto da água que bebemos em Porto Alegre e na Região Metropolitana. Isso vinha ocorrendo em todo o período de seca no Estado. E agora algo que eu nunca havia visto, pois as recentes chuvas causaram impacto nos rios e estão provocando gosto e cheiro ruins na água que bebemos.
Rubens G. de Souza, Porto Alegre, via e-mail