Do Leitor

Furtos de fios e cabos, previdência social e manual de golpes

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Furtos de fios e cabos

No dia 15 de julho, o prefeito Sebastião Melo reuniu-se com o chefe de Polícia do RS, delegado Heraldo Chaves Guerreiro, para continuar as ações conjuntas com a finalidade de combater os furtos de fios e cabos que já se tornaram uma chaga em Porto Alegre. A prefeitura e as forças de segurança do Estado estão atuando em conjunto, realizando prisões e apreensões. Cerca de 115 toneladas de resíduos foram retiradas pelo DMLU. A prefeitura está atuando em projeto que, se aprovado pela Câmara Municipal, vai proibir o funcionamento de todo e qualquer ferro-velho para coibir essa prática danosa. Já é tempo de se dar um fim a este comércio.
Mário de Souza P. Lima, Porto Alegre, via e-mail

Previdência Social

Para a manutenção do INSS, órgão incumbido da concessão dos diversos benefícios aos segurados (auxílio-doença, aposentadorias, pensões), há contribuições de três fontes: dos empregados, descontos em folhas de pagamentos, dos empregadores e governamental. Vale dizer, o Tesouro, que é, digamos, o caixa do governo. Então, quando roubalheira nos benefícios dos segurados, como de amplo conhecimento, evidente que todos, independente de em gozo de benefício ou não, fomos lesados. O procedimento de ressarcimento, obrigação do instituto, não ato de favor, começará dia 24, quinta-feira próxima. Serão os valores, ao que anunciado, sem juros e correção monetária. Em não vindo recursos dos aproveitadores, a população, nós, pobres mortais, estaremos pagando. Inobstante, a devolução não pode encerrar o caso. Imprescindível a apuração dos responsáveis pela falcatrua via CPMI (integrada por deputados e senadores) e ainda nas esferas civil e penal. Irrelevante a origem dos “bandidos”.
Jorge Lisbôa Goelzer, Erechim, via e-mail

Manual de golpes

Vejam a que ponto chegaram os ladrões e vigaristas. Gangue presa por policiais em São Paulo elaborou um manual contendo orientações de como abordar os seus alvos (CP, 16/7). Os golpistas se passavam por advogados e utilizavam acesso a informações públicas para monitorar sistemas de tribunais e identificar processos. A partir daí, obtinham nomes das partes, CPFs, nomes dos advogados e número dos processos.
Elenara L. de Souza, Porto Alegre, via e-mail