Guerra comercial
Insones, as bolsas de valores globais continuaram a desabar nesta segunda-feira, depois de grandes perdas na semana passada, quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, começou uma guerra de tarifas contra seus principais parceiros comerciais, a China e a União Europeia. O temor é o de provocar uma recessão em escala mundial, principalmente na América do Norte. Norte-americanos descontentes começaram a ocupar as ruas com protestos. Lembrem-se de que um dos parceiros gigantes, a China, anunciou, no final da sexta-feira, que iria retaliar os americanos a partir do próximo dia 10 de abril com a mesma tarifa de 34%, anunciada por Trump, sobre todos os produtos americanos. A China também advertiu com controles de exportação para sete minerais raros, incluindo o gadolínio, utilizado em ressonâncias magnéticas, e o ítrio, importante para produtos eletrônicos. Ainda nesta segunda-feira, Trump anunciou que irá cobrar 50% dos chineses. Este é só o começo de uma guerra que ainda não sabemos como vai acabar. O Brasil foi privilegiado com apenas 10% de tarifas depois de ser citado como uma das nações que “cobravam caro”. Empresas com ações negociadas em Nova Iorque perderam, só na semana passada, 11 trilhões de dólares em valor de mercado, descrito em Wall Street como “minicrash”. Será que Trump vai retroceder?
Ramiro A. Santos, Porto Alegre, via e-mail
SMS excessivos
Realmente, a Defesa Civil está cumprindo com a sua função de alertar a população sobre o risco de desastres via SMS. Porém, há moradores que alegam indiferença devido à enxurrada de avisos e os eventos sinalizados ocorrerem em outros locais, em outras áreas. No bairro Guarujá, o dono de uma oficina de bicicletas teve sua casa atingida pela enchente de 2024. Perdeu móveis e eletrodomésticos e foi resgatado de barco. Apesar de estar cadastrado no sistema da Defesa Civil, disse que não está mais levando os SMS a sério (+Domingo, 6/4). Para tentar resolver o problema, a Defesa Civil pretende adotar uma nova padronização com alertas em diferentes cores, como é a metodologia internacional. Como leiga, acredito que esta falta de precisão é causada pela falta de satélites de monitoramento do tempo aqui no sul da América Latina. Com mais satélites, poderíamos ter previsões mais acertadas.
Lisandra T. Machado, Porto Alegre, via e-mail