Do Leitor

Haja coração!, leis brasileiras e navegantes

Leitores do Correio do Povo opinam sobre o conteúdo publicado pelo jornal na edição impressa e plataformas digitais

Haja coração!

O Brasil, nos jogos paralímpicos deste ano, superou em muito as expectativas. Os brasileiros que ali estiveram deram exemplo de ampla superação, em face das limitações óbvias de cada um, que foram sublimadas pela garra e condicionamento mental, a servir-nos de exemplo. Por que não dizer que espelharam a imensa maioria dos trabalhadores pobres deste país que, em esforço sobre-humano, levantam-se todas as madrugadas, para trazer o alimento a seus lares? Também as condições materiais oferecidas a estes atletas, em um país pobre como o nosso, em nada se assemelham às dos países, todos, que figuraram no quadro de medalhas final. Extremada emoção tomou conta de todos nós ao vê-los competindo. Ficamos todos com o coração batendo no peito e com lágrimas nos olhos. Bravo, companheiros!
Pedro Luís Vargas Viegas, Porto Alegre, via e-mail

Leis brasileiras

Realmente, não podemos aceitar que Elon Musk descumpra as leis brasileiras, afinal todos devem respeitá-las. Conforme a Constituição, é livre a manifestação do pensamento, norma que tem impedido a prisão de pessoas pelo "crime" de opinião e que tem impedido a prisão de políticos por críticas às instituições. Enfim, que tem impedido abusos de qualquer autoridade, comprovando que, no Brasil, as leis são cumpridas. Portanto, não podemos aceitar que um estrangeiro as descumpra.
Luiz Serpa, Novo Hamburgo, via e-mail

Navegantes

Viajo diariamente pelo mundo das ideias. Mas sempre houve viajantes pelo mundo das águas, feito meus ascendentes. Eram essencialmente navegantes. E até eu já usufrui desses benefícios nos barcos do meu pai, inclusive os utilizamos por moradia num lapso de tempo. Foram dias gloriosos desembarcando em vários portos dos rios Jacuí e Taquari, onde desfrutávamos as delícias dos locais. Sou descendente também de alemães, cujo início se deu em 1398 entre a Dinamarca e Alemanha, e lá permaneceram cerca de 400 anos. Depois imigraram para o RS em 1824. Na Alemanha são vistos muitos barcos de nome Ehlers.
Nety Maria Heleres Carrion, Porto Alegre, via e-mail.