‘Heróis voluntários’
A Usina do Gasômetro passou a abrigar, desde a quarta-feira, uma escultura “Heróis Voluntários”, de 4,5 toneladas, 6 metros de comprimento por 2 de largura e 4 metros de altura em uma cerimônia emocionante que representou a gratidão e a solidariedade dos milhões de brasileiros que auxiliaram de várias formas as vítimas da maior tragédia climática do Estado (CP, 12/12). A escultura do artista plástico Ricardo Cardoso foi feita em parceria entre a Federasul e a Associação Comercial de Porto Alegre e está localizada na lateral da Usina. O artista, que também atuou nos resgates, disse que realizou um “trabalho com alma”. Este, no entanto, não foi o único monumento para eternizar a solidariedade. No início do mês, o monumento “Voluntário Anônimo” na orla do Guaíba, foi instalado no jardim do Pontal Shopping com o patrocínio do IEE em parceria com a administração do centro comercial. Com 27 metros de comprimento e dois metros de altura, o Monumento ao Voluntário Anônimo foi feito de aço, com assinatura do artista Siron Franco, formado por 30 perfis de homens e mulheres de mãos dadas simbolizando a união e o trabalho incansável dos voluntários civis que atuaram nos resgates. Os dois monumentos demonstram a gratidão do povo gaúcho a todos os solidários nessa grande catástrofe.
Marina T. Gonçalves, Porto Alegre, via e-mail
Direitos humanos
Todos os dias devem ser lembrados os direitos humanos que têm uma data comemorada no dia 10 deste mês. Guerras são responsáveis pelo que têm de pior, a degradação total da dignidade humana. A Declaração Universal dos Direitos Humanos diz que “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Todos nós ao nascermos não somos bons nem maus, apenas somos o que somos, como uma criança totalmente igual a uma terra fértil. O que for investido de melhor a sociedade vai ter uma farta colheita de pessoas qualificadas, aptas para fazerem parte do desenvolvimento e participando para o progresso em todas áreas, reduzindo as desigualdades sociais, econômicas e, por consequência, a geração de renda e melhorando a qualidade de vida da população mundial. A fome zero deve ser protagonista na lista do que deve ser feito.
Eduardo Bento Sica, Porto Alegre, via e-mail